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Ponto de encontro: Pastinhos – vento lateral…toca a ir até à “Catedral”.
Lá no cimo verificamos que o vento era fraco, mas como tínhamos passageiros com “vouchers” ainda do 17º Festival…toca a descolar! Depois do Ric, os restantes pilotos (já que estavam lá no alto) resolveram que uma “marreca” é sempre melhor do que descer o monte a pé ou de jipe.

Depois…bem depois alguém alvitrou: “Deve estar bom nas Sete Cidades!”
Toca a reunir as tropas e larga! Almoço “muito volante & apressado” na bomba de combustível do cruzamento Arribanas/Empadadas/Covoada/Feteiras.
Pilotos: Benj, Ric, PPreto, Armando, JB, JA, Henrique, Arnaldo+Daniel e em estreia absoluta, o Miguel Cabral.
Nas cumeeiras da bonita lagoa o nevoeiro espreitava, mas o vento parecia de boa intensidade se bem que um pouco de norte. O Benj foi o piloto de teste…e aguentou-se acima das ravinas. Deu para todo o mundo ficar cerca de uma hora percorrendo as encostas verdejantes da cratera.
Obrigado à Verónica pela recolha.

Data: 10 dezembro 2011

Local: Serra Gorda & Sete Cidades

Pilotos: Armando+Iolanda, JB+João, Ric, Raquel, BMoniz, Benj, Henrique, Adal, PPreto, Arnaldo+Daniel, JA, MCabral

Corropio

JB+João

Corropio
Sem comentários...

Depois deste voo, o Miguel (um dos novos Pilotos do CASM) enviou-nos um texto para publicar aqui na página. Agradecemos a tua contribuição e... já agora, cá fica o vídeo da música. Bons Voos!

H.S.  

Tenho saudades de momentos … Que nunca mais vou encontrar

Estou a ouvir João Pedro Pais.
É um artista consagrado no panorama musical português, é uma referência impar com um registo inconfundível. Tornou-se uma marca de sucesso, pois todos os seus trabalhos se tornaram sucessivos sucessos.
Estou a ouvir João Pedro Pais, neste seu último registo que tem por nome “O Coliseu”, palco ambicionado por todo o artista português.

Foi a melodia de “ninguém é de ninguém” que me transportou para o “Coliseu” das Sete Cidades. Provavelmente esta é uma canção dedicada ao encanto de um lindo amor, todavia a mim, só me fez lembrar um momento de que já tenho saudades e como diz a canção, talvez nunca mais vou encontrar. O meu primeiro voo na encosta da Lagoa das Sete Cidade no dia 10 do corrente mês de Dezembro.

Embora reconheça que a meteorologia não estava favorável para um iniciante à arte de pilotar uma asa de parapente, como eu, visto que o nevoeiro estava muito presente e muito baixo e para quem ainda não experimentou a técnica das “orelhas”, poderia provocar outro tipo de recordação, todavia a compensação foi sublime, com uma mistura de sentimentos indescritíveis, talvez algum medo (porque não dizê-lo), talvez o resultado de muita adrenalina, ou talvez apenas o desconforto de não ter a cadeira bem ajustada. Enfim, uma sensação para recordar para a vida, tal como um grande amor. Nem o facto da aterragem não ter sido tão bem conseguida, apaga as sensações sentidas. É naturalmente um processo de aprendizagem evolutivo. Na próxima será concerteza melhor.

Agradeço a coragem que o Armando me ofereceu. Incentivou-me a voar, pois alguma vez teria que ser a primeira e já nessa manhã tinha realizado uma marreca na Serra Gorda. Se não fosses ele talvez nunca tivesse experimentado aquelas sensações, isto porque acredito que todos os voos são diferentes, pois se assim não fosse, não valia o esforço de inflar novamente a asa. Arnaldo, aquele bilugar fica para uma próxima oportunidade.

Irei concerteza voltar a percorrer todo aquele palco magnífico, ouvir a melodia da lagoa e das suas encostas, observar o verde das copas das árvores, sentir o vento a esmurrar a minha face para despertar todos os meus sentido. Enfim, irei percorrer aquele e outros locais desta magnifica ilha, locais em que eu concerteza irei querer voltar e VOAR.

Obrigado a todos pelo apoio. Obrigado pela oportunidade.

Povoação, 16 de Dezembro de 2011-12-16

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O dia estava divinal: Sol, límpido e uma fraca brisa para refrescar os ânimos.

Começamos por voar na Barrosa com um grupo imenso de franceses e muito pessoal que já tinha chegado para o Festival. Depois de observadas as condições do dia tentamos as Sete Cidades.

Foi um voo de de ir às lágrimas: o pessoal esteve no ar o tempo que quis... térmico/dinâmica ao gosto de cada um. O Pedro e o Roland foram quase até à descolagem do Seará.

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Depois dos Valados, com o noroeste a entrar, resolvemos tentar as Sete Cidades. A brisa entrava bem de oeste e o tecto era mais alto que no centro da ilha. Até apareceu o sol e pudemos desfrutar de boas condições por toda a encosta. O Rui fez o seu melhor voo até hoje, cerca de meia hora de dinâmico. O Ben aterrou em baixo e eu pensava tentar dar a volta toda à cratera, se eles fossem descolar de novo. Como o Ben já não queria voar, fui antes para leste (no caminho de regresso...). Depois de subir a quase 1100 mts em térmica mexidinha, pois havia algum desenvolvimento de nuvens, mandei-me acima da primeira camada e durante algum tempo só via nuvens abaixo de mim e céu, nada de terra. Lá atravessei a camada fina e fiquei abaixo do tecto, na direcção das Capelas. Como estava tudo à sombra, não havia grande esperança de ir longe e acabei por aterrar nas Capelas. O Duarte já não voou pois entretanto a descolagem tapou. Obrigado ao Ben pela recolha.

Pilotos: Ben, Rui Medeiros, Ric
Recolha: Duarte Medeiros

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1º de Fevereiro, o dia parecia pior que o previsto mas ainda assim decidimos ir tentar um voo nas 7 cidades. O Hugo estava disponível e o Ben "queimou" umas benditas horitas preciosas. Como entrava de oeste, inaugurámos uma nova descolagem, situada no marco geodésico.

Magia!
A descolagem é à direita na foto.

Saíndo para oeste, ficamos logo a voar nas paredes à esquerda da descolagem tradicional e o acesso é muito mais fácil que a tradicional.
Boas condições, com pouco sol de início mas este foi aparecendo e iluminando as paredes, para colaborar com as fotos. Fizemos toda a cumeeira, subia-se bem à frente, talvez restituição da lagoa? Ainda fiz um toplanding no lado direito . O Ben ainda tentou para vir ao chocolate mas acabou por desistir, fez de modelo para as fotos. Uma tarde de magia, que entrou para o meu top dos voos mais espectaculares.

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Com uma previsão de vento fraco WNW, para mim, não há nada que enganar: Sete Cidades. O interior da cratera geralmente está mais forte que noutros locais com a mesma direcção e a encosta dá sustentação que não temos na Barrosa, por exemplo; especialmente em dias em que o "A" de Anticiclone descarrega mais de 1030HpA em cima das nossas cabeças.

Embora na parte da manhã as coisas estivessem duvidosas ao ponto de o pessoal fazer um voo da Barrosa, da tarde, com o Sol a iluminar a encosta Oeste, não há melhor sítio  que as Sete Cidades. Mais cedo tivéssemos lá chegado e mais teríamos voado, penso eu, uma vez que assim que descolei ainda apanhei provavelmente a última térmica do dia (deu para subir perto dos 950m e ver uma panorâmica inesquecível).

Nada que enganarAs maravilhas do Photoshop: junção de duas fotos

As coisas depois praticamente só deram dinâmico, o que permitiu estar quase todo o resto do voo a tirar fotos às muitas asas com que me cruzava.

Nada que enganar
Benj.
Nada que enganar
Pedro Preto.

Enfim... Sete Cidades no seu melhor.

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Sinal que o 17º Festival está "aí à porta!", o Anthony Green não foi o único a desfrutar da maravilhosa paisagem e das condições avoáveis (se os brasileiros facilitam a língua de Camões também nós o podemos fazer...ou não?) da cratera das Sete Cidades.

Pilotos: PPreto, Cath, Pierre e seu grupo 

Fui apenas para as recolhas pois dei numa de mãe galinha. 

1º- voo no Seará: condições muito fracas e aterraram todos nos Mosteiros, à excepção do Pierre que apanhou uma cerveja da praxe.

2º- voo nas Sete Cidades: condições boas para voo dinâmico, a presença de algumas nuvens proporcionou a alguns pilotos fazerem gincana entre elas e outros filmaram por cima da bruma...

Os franceses estavam encantados....  

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Em fim-de-semana de Rally, com helicópteros a sobrevoar a ilha, todo o cuidado é pouco, especialmente no que diz respeito à tão publicitada Cratera das Sete Cidades. O que calhou foi que a prova andava para o outro lado da ilha... ainda assim, contactamos a Torre para informar o que nos interessava: NADA de Helicópteros curiosos ao pé de nós SFF. :) se tiverem que voar, voem longe! [e agora lembrei-me da Raquel E. Rego:D]

Verdinha descolagem das Sete Cidades, em dia que ameaçava uma transição para este, a contar com um Sol Invernal abençoado e com vento fraco de NW. António descolou e passeou-se. Benjamim descolou e fez "top-landing" para conversar com os recém chegados (eu, PPreto e Adal...Isto de aterrar cá em cima é como aterrar lá em baixo... :) há moléstia?).

Deu para ver que marrecar seria difícil, embora nas alturas de sombra fosse necessário não distrair. O Ricardo apostou na zona mais a Sudoeste (que estava mais ao Sol) e ficou bem alto, nós os restantes optamos por avançar até quase à parte Norte da Cratera que também estava ao Sol, onde também subimos. Passado um bocado regressamos todos à zona em frente à descolagem com a certeza do Ricardo de que ali iria ficar melhor. Assim foi, depois de um milhafre me ter sinalizado, engatei um bom núcleo e chamei o pessoal pelo rádio; o Adal não se acanhou e junto com Ricardo (que estava mais alto) estavamos agora a caminho da base!

Com vário emprestado (vénia ao PPreto:)) nem sabia a que altitude estaria ao chegar ao tecto, mas antes de deixar de ver o chão, lá arranquei para leste. O Adal, que tão bem estava, achou que o melhor era voltar à zona da descolagem, deixando-me sozinho, já que o nosso Ricardo não pára senão quando sair pelo topo da nuvem (desta vez foi aos 1500! até torcia o pescoço quanto olhei para cima para ver onde ele estava). Optei por seguir pelo lado Norte da Serra Devassa, contando com o vento NW, mas a encosta Sul estava toda ao Sol e teria sido a melhor escolha. Essa má decisão acabou por me mandar para o chão mais cedo, junto à Serra Gorda. O Ricardo, que saiu estratosférico, fez tudo bem e só encalhou no centro da ilha, quando as condições pioraram. Aterrou no Pópulo (ufa...) Já estava a ver o novo Record nos 50Km: é que se ele chega à Barrosa só pára quando vir as churrasqueiras da Ponta da Madrugada!

Depois ainda voaram os Franceses que por aí andam, o Benj parece que também ainda foi até ao Pico do Carvão e regressou, e o Perpétuo também foi dar um ar da sua graça.

Achei piada ao Adal mais tarde ter dito: "para a próxima também vou". Daí o título da notícia... É bom ver o pessoal a sair das zonas de conforto e explorar.

Vade retro marrecas na "Catedral"!

Abaixo, algumas das belíssimas fotos do Ricardo. Im-pre-ssio-nan-tes!

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Data: Sexta feira 20 de Abril

Locais: Ceará+Sete Cidades

Pilotos: PLuís+Suiços, JAntónio, MiguelC, APires, MÁspera, Henrique

As previsões eram de vento fraco de NW pelo que orientei o grupo para iniciarem o seu dia no Ceará.

Como sabemos é um local que funciona melhor de tarde devido á posição do sol. Assim de manhã fizeram algumas “marrecas” para os Mosteiros sendo que mais para a tarde conseguiram aguentar-se junto ao “Pico de Mafra” sobre os Mosteiros.

Pelas 18 horas (e depois de mandar sms para todos os companheiros) encontrei-me com o grupo na “Viista do Rei” para um tão esperado voo nas ”Sete Cidades”. Foi um momento de PURA MAGIA pois estiveram 30 asas no ar num fim de tarde maravilhoso. O vento na descolagem estava no limite máximo, para o fortito. Quando chegamos, os Migueis (Cabral e Áspera) acabavam de descolar. De seguida o Henrique e o José António, seguidos dos restantes pilotos suíços. A malta subia bem por todo o lado e estiveram todos a cerca de 100m acima da descolagem num dinâmico fantástico que contrastava as cores das asas com a luz do quase pôr do sol. Aproveitei para tirar belíssimas fotografias assim como o José António. Com o instrutor principal a controlar as aterragens, a malta foi descendo depois de cerca de 2 horas que para muitos fora o voo mais bonito das suas vidas. Os elogios daquele local foram tantos que já nem sabia como reagir... a não ser com um "Welcome to Azores and came back to the Festival!".

De facto não foi á toa que este local foi escolhido pela comunidade parapentistica  estrangeira  como um entre os 60 mais lindos locais de voo livre da Europa.

Sábado temos como objetivo voar na Barrosa e Ceára , no final do dia para finalizar a estadia dos nossos companheiros nos Açores, iremos novamente para as 7 Cidades.

Bons voos.

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Data: 22 Agosto 2011

Local: Cumeeira W Sete Cidades

Piloto: Anthony Green

Fotos: Henrique Moniz

Acabadinho de chegar à nossa ilha um dos convidados do 17º Festival (Anthony Green) não esteve com meias medidas e já aproveitou para testar as manobras que esperamos ver nas Portas do Mar... e logo num cenário como o das Sete Cidades! Quem o levou lá foi o nosso Henrique (o único espectador:)) que contou 9 "Tumbles" assim só para aquecer.

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