• meteo: METEO
  • Windguru: Windguru
  • Noaa: noaa
  • paraglidingmap: Onde se voa hoje!
  • Facebook Page: asassaomiguel
Recortes

Meteo: Vento noroeste 20 km/h, tecto a 600 mts, alguma instabilidade com aguaceiros dispersos.

No Ceará havia algum vento, eu e o Ben descolámos e fomos para as falésias dos Mosteiros, o Henrique aterrou no fim da pastagem da descolagem pois não conseguia progredir com altura. A Sara não chegou a descolar pois tinha de ir embora. Eu e o Ben voámos em toda a falésia até João Bom, no extremo norte desta zona. Chegámos a subir a quase 600 mts e bem fora da falésia com térmica e cúmulos (alguns granditos). O mar tinha sempre alguns sinais de vento mas nunca tivemos problemas para avançar, as condições estavam muito boas.  Entretanto, os outros desceram até á descolagem dos Mosteiros e finalmente foram para o ar, ainda a tempo de desfrutar de óptimas condições. Eu e o Ben fizemos toplanding, como só era preciso um para levar o carro para baixo e o Ben já não queria voar, lá fui para mais um voozito, desta vez com descolagem acima das canas.

Bastaram uns 360ºs para, quando aterrei, os miúdos irem ter comigo aos pulos e dizendo: "Esse senhor faz piruetas!"
Terminámos o dia nas frescas, num café que pode tornar-se na nova aterragem oficial, pois enquanto se dobra a asa, pode encomendar-se a cerveja.

Pilotos: Raquel, Henrique, Bruno Moniz, Benjamim, Ric

Published in Regionais

...foi a expressão utilizada pelo "nosso" Adal após ter aterrado em Ponta Garça no Sábado passado, referindo-se ao facto de considerar que sozinho seria mais difícil realizar o voo que tinha acabado de fazer.15 Km para todos os 10 pilotos do CASM, para muitos um novo recorde pessoal!

Todos de parabéns.

O dia esteve perfeito para esta rota, mantendo-se um vento Sul ligeiramente Sudeste durante toda a tarde, que deu para toda a gente se passear pela costa à vontade. Muitas fotos, muitos sorrisos e algumas memórias que serão certamente difíceis de esquecer. Pessoalmente, achei incrível ver tantas asas passar ao mesmo tempo para a Ribeira Quente, se fossem navios seriam uma verdadeira Armada! Espectaculares também as imagens da passagem para a Ponta Garça, com o Sol já mais baixo e com um tecto que deixou criar uns Espectros.

Abaixo algumas das imagens da galeria desta notícia:

Nem pintado de cor-de-rosa
Ricardo... aqui literalmente "para a Fotografia"

 

Nem pintado de cor-de-rosa
Entre a Povoação e a Ribeira Quente
Nem pintado de cor-de-rosa
Perpétuo
Nem pintado de cor-de-rosa
Passagem para a Ponta Garça
Published in Regionais

Com algum desenvolvimento vertical e o Sol a aquecer zonas do vale, era de esperar um voo "movimentado", mas nem era preciso tanto!
O Ric afirmou que em nenhuma das provas do Campeonato Nacional de 2011, foi preciso segurar a asa como o fez neste voo...e eu que o diga! As duas primeiras passageiras não tinham peso suficiente para "encher" de pressão a Scenic2. Foi um tal de segurar o "Tcham". Até meti a mão no manípulo do para-quedas...só para verificar onde estava! Não se disse nada às miúdas...Para elas a coisa estava "Maravilhosa!"
O Ric e o Benj foram até ao princípio dos Graminhais e logo entraram na nuvem, que por sinal puxava bem - o "Mister Cloud" avisou o Benj para fugir daquele local!!!...e logo aparecia de novo sobrevoando as Furnas. Tentou passar o Castelo Branco...mas uma vez mais a fortaleza levou a melhor. Foi para a oficial.
Fiz top-landing com todas as 3 espanholitas (ou melhor, uma basca e 2 catalãns, porque espanhóis não conheço!). O Benj também aterrou na descolagem.
Creio que os "nossos" ainda foram para as frescas...

Data: 25 janeiro 2012
Local: Salto do Cavalo SW
Pilotos: Ric, Benj, JB+Gloria, Maite, Anna

Published in Regionais

...a voar.

2011 fora e 2012 já a voar. O pessoal não dá hipótese. A ver se este é um bom ano de voos... Ainda passei pelos Pastinhos, mas acabei apenas tirando algumas fotos. O vento estava um pouco da esquerda e era preciso subir até bem perto do topo do monte para não arriscar uma marreca. Mesmo assim, o Henrique acho que bisou... :-)

Mais tarde ainda houve quem fosse à Serra Gorda onde a Verónica também teve a oportunidade de descolar.

Aguardam-se mais comentários.

Published in Regionais

Num fabuloso dia de inverno, numa segunda-feira que deveria ter sido de trabalho, não resisti ao chamamento e pus-me a caminho das Furnas, atrás do Hugo, que já lá estava, e do Ric e Benj, que iam a meio caminho.
As condições pareciam muito boas, com tecto alto e belos cúmulos espalhados pelo meio da ilha, o que confirmámos logo que chegámos à descolagem.
O Ric foi o primeiro a sair, seguido do Benj. Deu logo para ver que estava de subir. Como estava ligeiramente da esquerda, a zona de disparo era mais à direita da descolagem, com térmica brava que levou toda a gente praticamente até à nuvem.
O Ric e o Hugo, assim que subiram, mandaram-se para o miradouro do Salto do Cavalo, numa tentativa de alcançarem o tão desejado Pico da Vara, logo seguidos do Benj.
Eu, não tendo conseguido engatar o mesmo ciclo, fiquei um pouco atrasado, o que foi óptimo, pois deu para perceber que a progressão para os Graminhais não estava fácil. Então deixei-me ficar, para ver como se iriam desenvolver os cúmulos que entretanto se estavam a formar mais para o lado do campo de golf.
Ora dentro, ora nas barbas da nuvem, fui andando para poente, sempre acima dos 1.000m. Só não enrolava mais porque ia ligeiramente contra o vento e a deriva levava-me para trás. Nunca consegui grandes velocidades, pouco passava dos 25-30km/h, mesmo acelerando. No entanto, entre a lagoa de São Brás e o Monte Escuro, arrisquei mais um pouco dentro da nuvem, para passar aquela zona complicada, e cheguei ao 1.571m.
Entre o Monte Escuro e a Ribeira Grande, estava com vento praticamente de frente. Houve altura em que, mesmo acelerado, avançava apenas a 11 km/h.
A partir daqui, nada, entrei no azul. Ainda dei umas enroladelas na térmica das Caldeiras, mas depois mandei-me para a praia do Monte Verde.
O resto do pessoal, que entretanto tinha desistido do Pico da Vara e vinham na perseguição, já não apanhou as mesmas condições. O Ric e o Benj ficaram-se pela Maia e o Hugo pelo miradouro de Santa Iria.
Em resumo, um belíssimo voo, o meu record pessoal cá na ilha, que até foi seguido online pelo PLuís e em diferido pelos facebookianos.
Obrigado ao Paulo Luís e também ao Henrique pela disponibilidade (forçada) para a recolha e por ter conseguido por 4 pilotos e 4 asas, à mistura com material de trabalho, dentro dum Patrol.

O livetrack pode ser visto aqui:

http://www.livetrack24.com/live_show_track.php?trackID=89420&2d=0

Published in Regionais

Basta olhar com alguma atenção para as fotos da preparação de descolagem da Raquel para se verificar que a força do vento estava em sintonia total com o WindGuru: vento de SW na casa dos 30km/h…e o Ricardo já tinha dito que possivelmente teríamos uma hipótese única de voar: Vila Franca e o seu famoso micro-clima…e mesmo assim numa “janela entreaberta & curta”.

Até a asa da supra citada inginheira quis voar sozinha…e a dona agarrada à selete, atrás dela gritando: ”O que é que eu faço?”. Momento hilariante! Vejam a foto.

Reparem no número de “âncoras” sobre a asa da Raquel. Eram todos candidatos a baptismos de voo (alguns ainda com vouchers do 17º Festival…ficaram no chão). Levantei voo com a primeira – e única - passageira (Laura), porque entre os presentes seria (talvez) a mais pesada, e assim fui testar as condições. Estavam fortes e a previsão era de aumentar ainda mais. Passeamos pelas encostas sobranceiras à Vila e quando enrolei a primeira térmica a passageira enjoou. Toca a tirar-lhe o capacete (para arejar as ideias) e a voar suavemente e em linha recta para a praia…ali não teria que fazer muita manobra para perder altura, pois sabemos que sobre o mar o vento é laminar.

Os restantes entre a aterragem do "odioso" e top-landings lá finalizaram o seu dia...fechado com as cervejolas do costume na Marina.

Pilotos: Ric, JB+Laura, Raquel, APimentel, Henrique, Adal, MJorge, Benj

Published in Regionais

Previsão de sul fraco e tecto alto=tentativa de chegar ao Pico da Vara! Assim foi, o João e o Miguel ficaram pelo vale das Furnas, eu e o Hugo tentámos o cross para chegar ao Evareste de São Miguel. Até ao Salto do Cavalo (miradoiro) subia-se muito bem, mas ganhar mais altura para atravessar para os Graminhais estava difícil. Sem sol a térmica era pouca e o vento ia ficando mais fraco. Com 900 mts partimos e percorremos os Graminhais em sobrevivência, pouco subindo da linha da cumeeira. Ainda enrolámos umas bolhitas com deriva para as eólicas, naquela será que dá? Dá! Depois de muito insistirmos, apanhámos uma bolha que nos levou quase aos 1000 mts antes da última concha que leva ao topo da montanha. Seguimos mas não havia consistência nenhuma, ora parecia que estávamos meio a sotavento ora subíamos qualquer coisa e, a uns 500 mts do cume, abandonámos o projecto e dirigimo-nos às encostas viradas a oeste, à esquerda da Povoação, que entretanto tinham algum sol. Já só deu para ir andando até aterrarmos junto à estrada para o Faial da Terra.

Mais uma vez, o Pico da Vara a fazer-se difícil, não se deixa conquistar sem mais nem menos. Bom, nunca tinha estado tão perto, fica para a próxima...De qualquer modo foi um voo fantástico, a paisagem é grandiosa.

Um muito obrigado ao Miguel Cabral pela recolha até ao Salto do Cavalo.

Data: 09 Fevereiro 2012

Local: Salto da Cavalo
Pilotos: JB+Pedro, Hugo, Miguel Áspera, Ric

Published in Regionais

São 21:54 neste momento e, embora esteja quase certo da resposta à pergunta que dá título a esta notícia, não posso afirmar se o Ricardo ainda está no ar ou não.

Que ele voa de noite já temos provas disso (para quem não acredita basta ver a notícia apropriadamente intitulada "Voo Noturno").

Que ele faz voos de 6 (!) horas também já todos sabemos disso (ou não tivesse ficado para a história o épico voo Furnas-QuasePicoDaVara-Pastinhos).

De modo que, não posso garantir, caro leitor ou leitora, que à hora que escrevo estas linhas o meu amigo Ricardo ainda não esteja em voo. Salvaguarde-se, portanto: corro o risco de me estar a adiantar numa crónica que não fará completamente justiça ao seu voo, ainda assim...prossigo.

O dia estava (não... não direi de record) de distância. NW com a intensidade certa para o nosso Ceará. "Quanto mais longe melhor" já me zumbiam aos ouvidos a caminho da descolagem... Ora bem, descolou o João e nunca mais o vi. Quer dizer: ainda o vi por cima de mim, porque descolei logo que detectei que tinha engatado 2ª numa térmica. Térmica essa que o levaria a altura suficiente para se mandar direto para a descolagem das Sete Cidades! Sim, leu bem, cara leitora (ou leitor) Di-re(c)to. E há fotos à escolha para comprovar. Um luxo. De modo que esta parte da história está contada: " 'té manhã se Deus quiser... não esperem por mim que vou na direção da Serra Gorda ".

Ainda estás voando?
JB em rota Di-re(c)ta para Este

 

Eu, o Pedro Para Sempre e o Ricardo andamos  um bocado "aos papéis" (pelo menos foi o que me pareceu) até que o Pedro lá se orientou no canhão dos Mosteiros e mandou-se para o João Bom a ver se seguia para a tão procurada distância.O Ricardo e eu lá nos safamos exatamente do mesmo modo só que fomos derivando para a descolagem das Sete Cidades. Aí subimos novamente até à nuvem e partimos para a maldita Sombra da zona dos Pastinhos.

O Pedro acabou por aterrar lá para os lados do Noroeste da ilha, eu nos Pastinhos e o João na Serra Gorda. O Ricardo... como disse, a última vez que falei com ele ainda voava (atendeu o telemóvel em voo) junto aos Pastinhos, de modo que termino como comecei: são neste momento 22:13, Ricardo, ainda estás voando?

PS: obrigado ao Tiago que serviu de condutor:)

Ainda estás voando?
Ric nos Pastinhos

Published in Regionais

É sempre muito agradável estar em casa em frente ao computador e receber mensagens que só nós, os pilotos de parapente em São Miguel, tiramos um sentido correcto. Coisas como:

"geotermia"

"Pastinhos"

"Sgorda"

"Monte Verde"

que a outros pareceriam crípticas, para nós são claras... e, ontem, no meu caso concreto, irritantes, porque não podia sair de casa.

Mais agradável ainda é quando uma das bestas (com todo o respeito e delicadeza...) que pode ir voar ainda nos telefona a dizer: "olha se não podes vir segue o meu vôo no LiveTracking". É preciso ter muita lata... vou seguir no Livetracking... já não bastou ter que receber chamadas a gritar "Marrequeiro" assim que toquei com os pés no chão quando estive no Continente nas provas... Enfim, a verdade é que lá abri o sítio do LiveTrack e vi (com enorme entusiasmo, diga-se de passagem) o nosso Perpétuo a realizar um dos voos mais lindos que já tive oportunidade de assistir ao Vivo pela Internet. A forma como ele contornou o monte que fica atrás da Geotermia foi simplesmente perfeita. Quanto eu pensava que ele ia por cima, à ultima da hora, ele decide contornar. Uma manobra arriscada mas que compensou e lhe valeu, certamente, menos cacetada.:-) Não ligues, Pedro é só inveja...

Fora de brincadeira, isto do Live Tracking é muito engraçado. E quando chegar o dia em que todos tivermos um, só temos é provavelmente um problema: quanto mais gente a voar, menos público para assistir.

PS: o Ricardo também andou por lá (as usual) a tirar notas para o seu novo livro que sairá no Natal: "As Bolhas da Geotermia de Baixo: um manual prático para parapentistas que não sabem usar tudo o que é bafinho":-)

O livetrack do Pedro. A parte que ele fez de carro não conta...

Published in Regionais

Data: 17 Abril 2012

Local: Pastinhos

Concretizaram-se as previsões meteorológicas: vento fraco de manhã NE rodando para N e aumentando ao longo do dia.

O dia começou nos “Pastinhos” do Bruninho pelas 9:00. Os nossos amigos helvéticos puderam verificar na prática a complexidade técnica e interessante deste local. Aprenderam coisas que para nós já são mais que comuns mas vistas por pilotos que não estão habituados podemos analisar como este é um belo sitio para treinar algumas técnicas e conhecimentos como por exemplo:

1. Subir com a asa na diagonal desde o sopé até ao ponto de descolagem a meia montanha;

2. Perceber e temporizar os ciclos térmicos para saber qual a altura certa para descolar dentro do ciclo;

3. Controlar a asa descolando para NO devido ao efeito de “venturi” entre as duas montanhas e voar depois com vento NE;

4. Saber “lamber” bem ás arvores do monte pequeno até estar preparado para o monte grande, entre outras.

E foi isto que aconteceu praticamente toda a manhã até entrar o previsível sol fazendo descer a humidade de 85% para 72% ao longo de toda a tarde e elevando o tecto para cerca dos 1000m. Resultado: subia-se por todo o lado e durante toda a tarde toda a minha gente voou. Entre o grupo de suiços apareceu um casal francês (pai+filha) a voar de Bilugar e alguns pilotos locais entre eles o João Brum, Sara, Mario Jorge, Arnaldo, Pedro Perpétuo e Ricardo. Ainda visitaram o local o JAntónio, a Verónica e o João Alves (este voou de paramotor no final do dia).

Published in Regionais
<< Start < Prev 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Next > End >>
Page 1 of 10