• meteo: METEO
  • Windguru: Windguru
  • Noaa: noaa
  • paraglidingmap: Onde se voa hoje!
  • Facebook Page: asassaomiguel
Recortes
Haverá certamente dias em que nos apetece voar... e nada mais. E nada mais haverá que dizer. Porque o Parapente pode ser definido apenas nessa palavra, nada mais se exige. Enquanto Clube, no entanto, temos a responsabilidade e o dever de criar as melhores condições possíveis para o desenvolvimento da nossa modalidade. Assim, com esta ideia em mente, o CASM apresentou à Associação de Turismo dos Açores (ATA) um projecto de promoção dos Açores, enquanto destino turístico, e do parapente em particular. Fomos subsequentemente apoiados pela Direcção Regional do Turismo para levar a nossa Terra e o nosso Desporto ao maior Evento de voo livre do mundo! Desta vez, felizmente, não foi preciso pedir meio metro quadrado de stand emprestado aos nossos amigos da Flymaster... bom sinal. Sinal de que aquilo em que acreditamos desta vez passou para quem decide.

 38ª Coupe IcareO nosso Stand na Icare EXPO

Qualquer Parapentista que não tenha ouvido falar na Coupe Icare é, provavelmente, uma excepção à regra. É um mega evento com direito a visita de milhares de pessoas e com tantas actividades que é praticamente impossível fazer e ver tudo, durante os dias do Festival.

O projecto que planeamos implicou desenvolver ideias para um stand, um filme sobre os Açores e o parapente, e a utilização de autocolantes em asas com o endereço web da ATA. Sem prejuízo de uma apresentação formal dos resultados a todos os associados, abaixo ficam algumas (das centenas de) fotos que ilustram um pouco do que é a Coupe Icare duas ou três notas pessoais.

Não vou exagerar dizendo que Saint Hilaire é um local espectacular para voar; não é. Lá que é emblemático, isso é, mas dizer que é um sítio para se fazer grandes voos, já não vou tão longe. Para quem não gosta de multidões no ar, nem vale a pena levar asa, a não ser para voar na vizinhança. O ambiente, contudo, é espectacular e a sensação de descolar daquele tapete verde da descolagem Sul é inesquecível... mesmo que para isso tenhamos que ouvir um briefing de uns senhores que nos obrigam a saber todas as áreas proibidas e restrições (dão-nos um autocolante e tudo).

38ª Coupe Icare

O Pedro a descolar na descolagem Sul

O iCarnaval tem um nome verdadeiramente apropriado. Perante uma multidão de máquinas fotográficas e olhares que não conseguem disfarçar espanto, dezenas de equipas, mais ou menos dementes, lançam-se para o ar com fantasias que por vezes não abonam muito em favor da segurança.

38ª Coupe Icare

O ICarnaval. E... sim, aquilo são pilotos vestidos de ovelhas:)

Pessoalmente, e para além do facto de ser um local fantástico para promover o parapente nos Açores, penso que o que nos marca é realmente a possibilidade de estar com os amigos num ambiente em que o nosso desporto tem tanta visibilidade. Essa é aliás para mim a lembrança que trago de França e da viagem que fiz depois à Suiça. Enfim, o espírito que queremos manter com o nosso Festival, mas em ponto (muuuiito) mais pequenino:).

Published in Jornadas pelo Mundo

Annecy, considerada a Veneza dos Alpes, não é um destino qualquer. Mesmo sem falar em parapente, para mim ficará na lista dos melhores locais de França. A viagem, que antes de tudo foi um passeio fantástico com amigos, correu lindamente, com direito a alguns voos bastante bonitos sobre o Lago de Annecy.

Annecy 2011
Nem para tirar uma fotografia... O Grupo na aterragem oficial (no dia em que o Zé, a Manuela, a Tucha e o JB vieram ter connosco)

Para quem não se recorda ou não ficou a saber, esta viagem aconteceu em larga medida pelo facto de a menina Raquel Moniz se ter lembrado de me oferecer a estadia para a Coupe Icare (próxima Notícia). Num piscar de olhos, e com grande organização, juntou-se um grupo com a Cristina, a Sara, o Pedro e o Adal. Alugamos um Furgão, arranjamos um apartamento e lá fomos, ouvindo o som da voz da Amália no GPS: "saia na saída"; "mantenha-se na faixa da esquerda" e "chegou ao seu destino"...

A localidade fica situada na Região Rhone-Alps, muito próxima de Genebra (Lyon fica a mais ou menos uma hora de carro) e tem uma zona histórica muito interessante, com alguns canais e pequenas ruelas que realmente fazem lembrar um pouco Veneza.

Annecy 2011Las meninas

A comida típica da região envolve muitas coisas que têm nomes acabados em "ette": Raquelette, Tartiflette, Trotinette, Roquette, etc... que, para mim, significavam geralmente uma coisa: queijo; muito queijo derretido ou de outra maneira qualquer.

No que diz respeito ao Parapente... hum, não é fácil. As descolagens são muito desagradáveis; cheias de calhaus... que saudades de Mirandela. Poucas pessoas no ar, fazem-nos sentir sozinhos, pelo que é o local ideal para a Raquel voar tranquilamente e as aterragens são exíguas... só para pilotos de competição com muitíssima experiência... :)

Annecy 2011

A descolagem de Col de la Forclaz

Published in Jornadas pelo Mundo

Data: 29 Abril 2012

Local: Valados

Pilotos avoadores: Ric, raquel, MJorge, Henrique, ASilva, BMoniz, JBrum, JAntónio, PPerpétuo, PPreto, Adal

Visitas: PLuís & Sara


Dia de térmica bem mexidinha nos Valados, tecto a 1200 mts, frio e algum vento norte.

Primeiro voo com passeios até São Brás e toplanding para recuperar o fôlego. O Zé António foi aterrar à geotermia.

Segundo voo, eu o Perpétuo, Henrique e João subimos bem. O Pedro e o João seguiram e foram aterrar à zona das "Soluções M". O PPreto saiu para distância para oeste, aterrarndo pelas Caldeiras da R. Grande. Eu e o Henrique estivémos muito baixos mas recuperámos até à nuvem. Segui para oeste, fiz 1300 mts a seguir à geotermia e continuei. Embora estivesse tudo à sombra, havia alguma confluência, por vezes com núcleos fortes. Passei pelos "Pastinhos", a ideia era chegar às 7 Cidades, mas lá parecia que chovia um pouco. Apesar do tecto alto já não conseguia passar dos 900 mts e derivei para a Serra Gorda, que passei pelo norte por mais uns 2 kms. Vendo que não parecia dar para continuar muito mais, voltei atrás e aterrei na oficial da S. Gorda, depois de uma bela voaça de 25 kms.

Muito obrigado à Sara pela recolha.

Published in Regionais

Ponto de encontro: Pastinhos – vento lateral…toca a ir até à “Catedral”.
Lá no cimo verificamos que o vento era fraco, mas como tínhamos passageiros com “vouchers” ainda do 17º Festival…toca a descolar! Depois do Ric, os restantes pilotos (já que estavam lá no alto) resolveram que uma “marreca” é sempre melhor do que descer o monte a pé ou de jipe.

Depois…bem depois alguém alvitrou: “Deve estar bom nas Sete Cidades!”
Toca a reunir as tropas e larga! Almoço “muito volante & apressado” na bomba de combustível do cruzamento Arribanas/Empadadas/Covoada/Feteiras.
Pilotos: Benj, Ric, PPreto, Armando, JB, JA, Henrique, Arnaldo+Daniel e em estreia absoluta, o Miguel Cabral.
Nas cumeeiras da bonita lagoa o nevoeiro espreitava, mas o vento parecia de boa intensidade se bem que um pouco de norte. O Benj foi o piloto de teste…e aguentou-se acima das ravinas. Deu para todo o mundo ficar cerca de uma hora percorrendo as encostas verdejantes da cratera.
Obrigado à Verónica pela recolha.

Data: 10 dezembro 2011

Local: Serra Gorda & Sete Cidades

Pilotos: Armando+Iolanda, JB+João, Ric, Raquel, BMoniz, Benj, Henrique, Adal, PPreto, Arnaldo+Daniel, JA, MCabral

Corropio

JB+João

Corropio
Sem comentários...

Depois deste voo, o Miguel (um dos novos Pilotos do CASM) enviou-nos um texto para publicar aqui na página. Agradecemos a tua contribuição e... já agora, cá fica o vídeo da música. Bons Voos!

H.S.  

Tenho saudades de momentos … Que nunca mais vou encontrar

Estou a ouvir João Pedro Pais.
É um artista consagrado no panorama musical português, é uma referência impar com um registo inconfundível. Tornou-se uma marca de sucesso, pois todos os seus trabalhos se tornaram sucessivos sucessos.
Estou a ouvir João Pedro Pais, neste seu último registo que tem por nome “O Coliseu”, palco ambicionado por todo o artista português.

Foi a melodia de “ninguém é de ninguém” que me transportou para o “Coliseu” das Sete Cidades. Provavelmente esta é uma canção dedicada ao encanto de um lindo amor, todavia a mim, só me fez lembrar um momento de que já tenho saudades e como diz a canção, talvez nunca mais vou encontrar. O meu primeiro voo na encosta da Lagoa das Sete Cidade no dia 10 do corrente mês de Dezembro.

Embora reconheça que a meteorologia não estava favorável para um iniciante à arte de pilotar uma asa de parapente, como eu, visto que o nevoeiro estava muito presente e muito baixo e para quem ainda não experimentou a técnica das “orelhas”, poderia provocar outro tipo de recordação, todavia a compensação foi sublime, com uma mistura de sentimentos indescritíveis, talvez algum medo (porque não dizê-lo), talvez o resultado de muita adrenalina, ou talvez apenas o desconforto de não ter a cadeira bem ajustada. Enfim, uma sensação para recordar para a vida, tal como um grande amor. Nem o facto da aterragem não ter sido tão bem conseguida, apaga as sensações sentidas. É naturalmente um processo de aprendizagem evolutivo. Na próxima será concerteza melhor.

Agradeço a coragem que o Armando me ofereceu. Incentivou-me a voar, pois alguma vez teria que ser a primeira e já nessa manhã tinha realizado uma marreca na Serra Gorda. Se não fosses ele talvez nunca tivesse experimentado aquelas sensações, isto porque acredito que todos os voos são diferentes, pois se assim não fosse, não valia o esforço de inflar novamente a asa. Arnaldo, aquele bilugar fica para uma próxima oportunidade.

Irei concerteza voltar a percorrer todo aquele palco magnífico, ouvir a melodia da lagoa e das suas encostas, observar o verde das copas das árvores, sentir o vento a esmurrar a minha face para despertar todos os meus sentido. Enfim, irei percorrer aquele e outros locais desta magnifica ilha, locais em que eu concerteza irei querer voltar e VOAR.

Obrigado a todos pelo apoio. Obrigado pela oportunidade.

Povoação, 16 de Dezembro de 2011-12-16

Published in Regionais

Com uma previsão de vento fraco WNW, para mim, não há nada que enganar: Sete Cidades. O interior da cratera geralmente está mais forte que noutros locais com a mesma direcção e a encosta dá sustentação que não temos na Barrosa, por exemplo; especialmente em dias em que o "A" de Anticiclone descarrega mais de 1030HpA em cima das nossas cabeças.

Embora na parte da manhã as coisas estivessem duvidosas ao ponto de o pessoal fazer um voo da Barrosa, da tarde, com o Sol a iluminar a encosta Oeste, não há melhor sítio  que as Sete Cidades. Mais cedo tivéssemos lá chegado e mais teríamos voado, penso eu, uma vez que assim que descolei ainda apanhei provavelmente a última térmica do dia (deu para subir perto dos 950m e ver uma panorâmica inesquecível).

Nada que enganarAs maravilhas do Photoshop: junção de duas fotos

As coisas depois praticamente só deram dinâmico, o que permitiu estar quase todo o resto do voo a tirar fotos às muitas asas com que me cruzava.

Nada que enganar
Benj.
Nada que enganar
Pedro Preto.

Enfim... Sete Cidades no seu melhor.

Published in Regionais

Sinal que o 17º Festival está "aí à porta!", o Anthony Green não foi o único a desfrutar da maravilhosa paisagem e das condições avoáveis (se os brasileiros facilitam a língua de Camões também nós o podemos fazer...ou não?) da cratera das Sete Cidades.

Pilotos: PPreto, Cath, Pierre e seu grupo 

Fui apenas para as recolhas pois dei numa de mãe galinha. 

1º- voo no Seará: condições muito fracas e aterraram todos nos Mosteiros, à excepção do Pierre que apanhou uma cerveja da praxe.

2º- voo nas Sete Cidades: condições boas para voo dinâmico, a presença de algumas nuvens proporcionou a alguns pilotos fazerem gincana entre elas e outros filmaram por cima da bruma...

Os franceses estavam encantados....  

Published in Regionais

Depois de um voo fraquito na Maia, fomos tentar a nossa sorte nos Valados. Apesar de um tecto baixo (cerca de 700 mts), a vontade de todos era de conseguir fazer um cross para oeste, em direcção à oficial da geotermia. Eu e o João fomos logo voando nessa direcção, enrolávamos até chegar à nuvem e transitávamos tentando apanhar as melhores linhas. Na crista da Coroa da Mata, tentámos ganhar o máximo de altura para atacar a planície. O João arrancou cedo para não entrarmos os dois na nuvem e saiu com pouca altura. Tentou subir mas só havia bolhas fortes e turbulentas e foi aterrar um pouco abaixo da oficial da geotermia. Tendo ficado sozinho entrei na nuvem até aos 850 mts e parti para oeste. Consegui nova térmica no monte a seguir e já tinha altura para ir procurar a térmica da geotermia. Lá a encontrei mas não subi muito, apenas deu para ir na deriva a zerar na direcção que queria. Nova térmica no Monte Queimado, entrei na nuvem e contra-derivei para norte dentro de uma mini confluência. Saí mais a norte e parti em direcção ao Pico da Pedra. Ao chegar à zona da pedreira da Tecnovia, deixei-me ir demasiado para trás para a única nuvem com bom aspecto. Deu para ir andando a derivar mas fiquei na zona má, do escoamento do nordeste (o vento nesta altura nos Pastinhos era espigadote). Ainda pensei aterrar perto de casa mas pressenti que iria ser um pouco desportivo, desisti e arranquei para o Pópulo mas entrei na descendente forte e tive que aterrar num pasto lavrado perto da igreja do Livramento. O Benj fez um belo voo e passou, pela primeira vez, Santa Iria, indo aterrar na Ribeirinha. O PPreto também passou e chegou quase à geotermia, enquanto a Raquel, a Cris e o JA ficaram pelo Porto Formoso.

Nota: Contra derivar utiliza-se quando se voa com vento lateral. A ideia é, em vez de sair da térmica na direcção que se quer seguir, forçar a rota um pouco contra vento (cerca de 45º) para quando se apanhar nova térmica a partir de um ponto baixo, ir derivando em direcção à linha que se quer seguir. Se não se fizer isto, a térmica estará sempre a afastarnos da nossa rota e será cada vez mais dificíl progredir pois será cada vez mais contra o vento.

Published in Regionais

...ou aquela sobre o voo de fim de tarde na Lagoa do Fogo com nuestros hermanos, meia dúzia de mafarricos locais e muita gaivota.

Pois que o titulo é revelador e quase dispensa o corpo do texto, mas não! As coisas do corpo, mesmo as do texto, são sagradas e como tal ajoelhem-se em recato retiro enquanto ecoam nas vossas mentes as próximas frases que terão de ler - inevitavelmente. Ou não haverá eco. E têm de ler alto - necessariamente... Parece já óbvio o sofrimento da ponta dos meus dedos, atarantados e desconexos de controle central porque é tarde e porque pouco ou nada me recordo do dia sobre o qual devo escrever.

Leiam o sub titulo de novo para se recordarem porque estão a ler esta notícia...

O vento na aterragem da geotermia soprava obstinado de leste por isso a opção era natural - descolar para o interior da Lagoa do Fogo. A brisa era moderada e constante. Começámos a subir assim que descolámos. Subia-se quase por todo o lado! Facilmente até à nuvem. Pena termos descolado já depois das 5h00, as condições foram enfraquecendo rapidamente. O Ric cavalgou a nuvem e tentou chegar ao vale das Lombadas e eu fui a trote atrás dele para o ver regressar deprimido contra as copas das árvores - eu altaneiro voltei atrás para na zona da geotermia logo trocarmos de posição; eu na de marrequeiro (que não decidiu a tempo o que devia fazer com medinho não sei do quê) ele (o estupido! o engraçadinho!) subir às alturas para ser o ultimo a aterrar (diga-se que com mérito - argh! dêem-me óleo de rícino!). O Pedro Perpétuo amandou-se da nuvem para o vazio e lá aterrou - àquela hora só subia ar nas geotermias...

Os nuestros hermanos estrearam-se bem na Lagoa do Fogo, depois de cirandarem um pouco por cima do vulcão adormecido espalharam-se a caminho da oficial, isto é, apenas metade aterrou na oficial. A Raquel foi a ultima a descolar mas ao sair da montanha em direcção a norte corrigiu a trajectória para a aterragem tarde de mais; apanhando o vento de frente perdeu muita altura e aterrou antes do montinho da geotermia.
E o nosso João? Perguntam vocês. Perguntem lá. Nosso João estava com dorzinha de cabeça. Ou descuidou-se na sauna da Universidade, já não sei. Não voou, foi o nosso recolha mas quero partilhar convosco a suplesse do seu linguajar espanhol só suplantado pelo do Mourinho das bolas. Esse som vai ecoar nas paredes do meu cérebro esta noite agora que este se esvaiu no esforço da redacção deste texto.

 

 

Notícia de Stª Ingrácia

Eis como se deve chegar à descolagem...

 


Published in Regionais

Em fim-de-semana de Rally, com helicópteros a sobrevoar a ilha, todo o cuidado é pouco, especialmente no que diz respeito à tão publicitada Cratera das Sete Cidades. O que calhou foi que a prova andava para o outro lado da ilha... ainda assim, contactamos a Torre para informar o que nos interessava: NADA de Helicópteros curiosos ao pé de nós SFF. :) se tiverem que voar, voem longe! [e agora lembrei-me da Raquel E. Rego:D]

Verdinha descolagem das Sete Cidades, em dia que ameaçava uma transição para este, a contar com um Sol Invernal abençoado e com vento fraco de NW. António descolou e passeou-se. Benjamim descolou e fez "top-landing" para conversar com os recém chegados (eu, PPreto e Adal...Isto de aterrar cá em cima é como aterrar lá em baixo... :) há moléstia?).

Deu para ver que marrecar seria difícil, embora nas alturas de sombra fosse necessário não distrair. O Ricardo apostou na zona mais a Sudoeste (que estava mais ao Sol) e ficou bem alto, nós os restantes optamos por avançar até quase à parte Norte da Cratera que também estava ao Sol, onde também subimos. Passado um bocado regressamos todos à zona em frente à descolagem com a certeza do Ricardo de que ali iria ficar melhor. Assim foi, depois de um milhafre me ter sinalizado, engatei um bom núcleo e chamei o pessoal pelo rádio; o Adal não se acanhou e junto com Ricardo (que estava mais alto) estavamos agora a caminho da base!

Com vário emprestado (vénia ao PPreto:)) nem sabia a que altitude estaria ao chegar ao tecto, mas antes de deixar de ver o chão, lá arranquei para leste. O Adal, que tão bem estava, achou que o melhor era voltar à zona da descolagem, deixando-me sozinho, já que o nosso Ricardo não pára senão quando sair pelo topo da nuvem (desta vez foi aos 1500! até torcia o pescoço quanto olhei para cima para ver onde ele estava). Optei por seguir pelo lado Norte da Serra Devassa, contando com o vento NW, mas a encosta Sul estava toda ao Sol e teria sido a melhor escolha. Essa má decisão acabou por me mandar para o chão mais cedo, junto à Serra Gorda. O Ricardo, que saiu estratosférico, fez tudo bem e só encalhou no centro da ilha, quando as condições pioraram. Aterrou no Pópulo (ufa...) Já estava a ver o novo Record nos 50Km: é que se ele chega à Barrosa só pára quando vir as churrasqueiras da Ponta da Madrugada!

Depois ainda voaram os Franceses que por aí andam, o Benj parece que também ainda foi até ao Pico do Carvão e regressou, e o Perpétuo também foi dar um ar da sua graça.

Achei piada ao Adal mais tarde ter dito: "para a próxima também vou". Daí o título da notícia... É bom ver o pessoal a sair das zonas de conforto e explorar.

Vade retro marrecas na "Catedral"!

Abaixo, algumas das belíssimas fotos do Ricardo. Im-pre-ssio-nan-tes!

Published in Regionais

Asa:

Melhor Distância:

Published in Sócios ordinários
<< Start < Prev 1 2 Next > End >>
Page 1 of 2