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Recortes

...foi a expressão utilizada pelo "nosso" Adal após ter aterrado em Ponta Garça no Sábado passado, referindo-se ao facto de considerar que sozinho seria mais difícil realizar o voo que tinha acabado de fazer.15 Km para todos os 10 pilotos do CASM, para muitos um novo recorde pessoal!

Todos de parabéns.

O dia esteve perfeito para esta rota, mantendo-se um vento Sul ligeiramente Sudeste durante toda a tarde, que deu para toda a gente se passear pela costa à vontade. Muitas fotos, muitos sorrisos e algumas memórias que serão certamente difíceis de esquecer. Pessoalmente, achei incrível ver tantas asas passar ao mesmo tempo para a Ribeira Quente, se fossem navios seriam uma verdadeira Armada! Espectaculares também as imagens da passagem para a Ponta Garça, com o Sol já mais baixo e com um tecto que deixou criar uns Espectros.

Abaixo algumas das imagens da galeria desta notícia:

Nem pintado de cor-de-rosa
Ricardo... aqui literalmente "para a Fotografia"

 

Nem pintado de cor-de-rosa
Entre a Povoação e a Ribeira Quente
Nem pintado de cor-de-rosa
Perpétuo
Nem pintado de cor-de-rosa
Passagem para a Ponta Garça
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Num fabuloso dia de inverno, numa segunda-feira que deveria ter sido de trabalho, não resisti ao chamamento e pus-me a caminho das Furnas, atrás do Hugo, que já lá estava, e do Ric e Benj, que iam a meio caminho.
As condições pareciam muito boas, com tecto alto e belos cúmulos espalhados pelo meio da ilha, o que confirmámos logo que chegámos à descolagem.
O Ric foi o primeiro a sair, seguido do Benj. Deu logo para ver que estava de subir. Como estava ligeiramente da esquerda, a zona de disparo era mais à direita da descolagem, com térmica brava que levou toda a gente praticamente até à nuvem.
O Ric e o Hugo, assim que subiram, mandaram-se para o miradouro do Salto do Cavalo, numa tentativa de alcançarem o tão desejado Pico da Vara, logo seguidos do Benj.
Eu, não tendo conseguido engatar o mesmo ciclo, fiquei um pouco atrasado, o que foi óptimo, pois deu para perceber que a progressão para os Graminhais não estava fácil. Então deixei-me ficar, para ver como se iriam desenvolver os cúmulos que entretanto se estavam a formar mais para o lado do campo de golf.
Ora dentro, ora nas barbas da nuvem, fui andando para poente, sempre acima dos 1.000m. Só não enrolava mais porque ia ligeiramente contra o vento e a deriva levava-me para trás. Nunca consegui grandes velocidades, pouco passava dos 25-30km/h, mesmo acelerando. No entanto, entre a lagoa de São Brás e o Monte Escuro, arrisquei mais um pouco dentro da nuvem, para passar aquela zona complicada, e cheguei ao 1.571m.
Entre o Monte Escuro e a Ribeira Grande, estava com vento praticamente de frente. Houve altura em que, mesmo acelerado, avançava apenas a 11 km/h.
A partir daqui, nada, entrei no azul. Ainda dei umas enroladelas na térmica das Caldeiras, mas depois mandei-me para a praia do Monte Verde.
O resto do pessoal, que entretanto tinha desistido do Pico da Vara e vinham na perseguição, já não apanhou as mesmas condições. O Ric e o Benj ficaram-se pela Maia e o Hugo pelo miradouro de Santa Iria.
Em resumo, um belíssimo voo, o meu record pessoal cá na ilha, que até foi seguido online pelo PLuís e em diferido pelos facebookianos.
Obrigado ao Paulo Luís e também ao Henrique pela disponibilidade (forçada) para a recolha e por ter conseguido por 4 pilotos e 4 asas, à mistura com material de trabalho, dentro dum Patrol.

O livetrack pode ser visto aqui:

http://www.livetrack24.com/live_show_track.php?trackID=89420&2d=0

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Numa tarde em que o João, o Ric, a Sara e o Armando disfrutaram de boas excelentes (já me contaram) condições na Vila (notícia para o futuro), o Perpétuo e eu decidimos aproveitar a próximidade do pópulo. Esteve impecável. A princípio o vento ainda estava no limite e se subíssemos um pouco mais ficava difícil não usar acelerador, mas a previsão era para enfraquecer e passado um pouco ficou "no ponto"... De tal maneira que até dava para fazer dinâmico junto à estrada:)

Pelas 17h o Benj telefonou, mas já o Pedro tinha ido embora e eu tinha tudo arrumado para ir trabalhar. Ainda esperei um pouco, mas seria "a solo" que o nosso Benj se  estreava a voar sobre a Igreja de São Roque:) Voou até quase de noite, e até passou para o edifício do Pópulo!

Como já temos dito, este não é propriamente um local fácil para voar, antes pelo contrário, e por isso fico muito satisfeito pelo Ben ter conseguido estrar-se no "Parapente Urbano":) A prova de que não é preciso ser-se "Guru" para dominar um local técnico como este. Bom controlo da nossa asa (algo que temos sempre que praticar) 110% de atenção e não "engrandecer" (como diz o João), tendo sempre consciência das nossas capacidades.

P.S.:

Reparei que não escrevi nada sobre o facto de o Ben ter estado a voar "a solo". E como não quero de modo algum dar a entender que incentivo o pessoal a voar sozinho, gostava de deixar claro que o que me deixou satisfeito não foi isso, mas sim o facto de ter tido a confiança e a competência para voar ali em segurança.

Embora o voo seja da inteira responsabilidade do piloto, voar sozinho implica geralmente tomar decisões com menos informação disponível (sem considerar análises de outros pilotos, por exemplo) e isso é um factor de risco, para não falar em termos de socorro. No caso do Ben, havia outros pilotos que tinham estado a voar que lhe falaram das condições, e não falta gente ali no Pópulo, de modo que ele concerteza teve tudo isso em consideração, fez a sua análise e decidiu voar. 

Abaixo, algumas fotos que o João tirou antes de ir para a Vila.

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São 21:54 neste momento e, embora esteja quase certo da resposta à pergunta que dá título a esta notícia, não posso afirmar se o Ricardo ainda está no ar ou não.

Que ele voa de noite já temos provas disso (para quem não acredita basta ver a notícia apropriadamente intitulada "Voo Noturno").

Que ele faz voos de 6 (!) horas também já todos sabemos disso (ou não tivesse ficado para a história o épico voo Furnas-QuasePicoDaVara-Pastinhos).

De modo que, não posso garantir, caro leitor ou leitora, que à hora que escrevo estas linhas o meu amigo Ricardo ainda não esteja em voo. Salvaguarde-se, portanto: corro o risco de me estar a adiantar numa crónica que não fará completamente justiça ao seu voo, ainda assim...prossigo.

O dia estava (não... não direi de record) de distância. NW com a intensidade certa para o nosso Ceará. "Quanto mais longe melhor" já me zumbiam aos ouvidos a caminho da descolagem... Ora bem, descolou o João e nunca mais o vi. Quer dizer: ainda o vi por cima de mim, porque descolei logo que detectei que tinha engatado 2ª numa térmica. Térmica essa que o levaria a altura suficiente para se mandar direto para a descolagem das Sete Cidades! Sim, leu bem, cara leitora (ou leitor) Di-re(c)to. E há fotos à escolha para comprovar. Um luxo. De modo que esta parte da história está contada: " 'té manhã se Deus quiser... não esperem por mim que vou na direção da Serra Gorda ".

Ainda estás voando?
JB em rota Di-re(c)ta para Este

 

Eu, o Pedro Para Sempre e o Ricardo andamos  um bocado "aos papéis" (pelo menos foi o que me pareceu) até que o Pedro lá se orientou no canhão dos Mosteiros e mandou-se para o João Bom a ver se seguia para a tão procurada distância.O Ricardo e eu lá nos safamos exatamente do mesmo modo só que fomos derivando para a descolagem das Sete Cidades. Aí subimos novamente até à nuvem e partimos para a maldita Sombra da zona dos Pastinhos.

O Pedro acabou por aterrar lá para os lados do Noroeste da ilha, eu nos Pastinhos e o João na Serra Gorda. O Ricardo... como disse, a última vez que falei com ele ainda voava (atendeu o telemóvel em voo) junto aos Pastinhos, de modo que termino como comecei: são neste momento 22:13, Ricardo, ainda estás voando?

PS: obrigado ao Tiago que serviu de condutor:)

Ainda estás voando?
Ric nos Pastinhos

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É sempre muito agradável estar em casa em frente ao computador e receber mensagens que só nós, os pilotos de parapente em São Miguel, tiramos um sentido correcto. Coisas como:

"geotermia"

"Pastinhos"

"Sgorda"

"Monte Verde"

que a outros pareceriam crípticas, para nós são claras... e, ontem, no meu caso concreto, irritantes, porque não podia sair de casa.

Mais agradável ainda é quando uma das bestas (com todo o respeito e delicadeza...) que pode ir voar ainda nos telefona a dizer: "olha se não podes vir segue o meu vôo no LiveTracking". É preciso ter muita lata... vou seguir no Livetracking... já não bastou ter que receber chamadas a gritar "Marrequeiro" assim que toquei com os pés no chão quando estive no Continente nas provas... Enfim, a verdade é que lá abri o sítio do LiveTrack e vi (com enorme entusiasmo, diga-se de passagem) o nosso Perpétuo a realizar um dos voos mais lindos que já tive oportunidade de assistir ao Vivo pela Internet. A forma como ele contornou o monte que fica atrás da Geotermia foi simplesmente perfeita. Quanto eu pensava que ele ia por cima, à ultima da hora, ele decide contornar. Uma manobra arriscada mas que compensou e lhe valeu, certamente, menos cacetada.:-) Não ligues, Pedro é só inveja...

Fora de brincadeira, isto do Live Tracking é muito engraçado. E quando chegar o dia em que todos tivermos um, só temos é provavelmente um problema: quanto mais gente a voar, menos público para assistir.

PS: o Ricardo também andou por lá (as usual) a tirar notas para o seu novo livro que sairá no Natal: "As Bolhas da Geotermia de Baixo: um manual prático para parapentistas que não sabem usar tudo o que é bafinho":-)

O livetrack do Pedro. A parte que ele fez de carro não conta...

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Data: 17 Abril 2012

Local: Pastinhos

Concretizaram-se as previsões meteorológicas: vento fraco de manhã NE rodando para N e aumentando ao longo do dia.

O dia começou nos “Pastinhos” do Bruninho pelas 9:00. Os nossos amigos helvéticos puderam verificar na prática a complexidade técnica e interessante deste local. Aprenderam coisas que para nós já são mais que comuns mas vistas por pilotos que não estão habituados podemos analisar como este é um belo sitio para treinar algumas técnicas e conhecimentos como por exemplo:

1. Subir com a asa na diagonal desde o sopé até ao ponto de descolagem a meia montanha;

2. Perceber e temporizar os ciclos térmicos para saber qual a altura certa para descolar dentro do ciclo;

3. Controlar a asa descolando para NO devido ao efeito de “venturi” entre as duas montanhas e voar depois com vento NE;

4. Saber “lamber” bem ás arvores do monte pequeno até estar preparado para o monte grande, entre outras.

E foi isto que aconteceu praticamente toda a manhã até entrar o previsível sol fazendo descer a humidade de 85% para 72% ao longo de toda a tarde e elevando o tecto para cerca dos 1000m. Resultado: subia-se por todo o lado e durante toda a tarde toda a minha gente voou. Entre o grupo de suiços apareceu um casal francês (pai+filha) a voar de Bilugar e alguns pilotos locais entre eles o João Brum, Sara, Mario Jorge, Arnaldo, Pedro Perpétuo e Ricardo. Ainda visitaram o local o JAntónio, a Verónica e o João Alves (este voou de paramotor no final do dia).

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Pois é, se as nossas asas precisassem de bateria, motor de arranque ou velas, haveria quem não tirasse os pés do chão. Ainda bem que se trata de voo livre!

À parte de termos que empurrar a viatura de um piloto mais descuidado com a manutenção, e de ter feito o primeiro voo com a minha Artik3, da Niviuk, nada de novo. As condições na Serra Gorda apresentavam-se boas para um dinâmico calmo, ideal para o test-drive.

E, tendo tido direito a ida à nuvem e a vários top-landings, foi um belo batismo.

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No dia 16 de Novembro de 2011 quatro pilotos de parapente do CASM foram voar para a Barrosa. Uma vez que descolaram para Norte, suponho que o vento estivesse dessa direcção. Pela informação das fotografias posso dizer que estes quatro senhores estiveram no ar entre as 17:15 e as 18:57.

Também podemos adiantar que provavelmente o Pedro Perpétuo Marrecou uma hora mais cedo do que o Ricardo, mas isso já é o costume na Barrosa, porque todos sabemos que toda a gente marreca uma hora mais cedo do que o Ric, que se fica a passear ad aeternum nas bolhas da geotermia de baixo... ou é isso ou somos todos marrequeiros. :)

Este também o foi o dia em que voei pela primeira vez com os cabos novos na asa (depois da peripécia no pópulo). Já agora, obrigado ao Perpétuo que aguentou mais um bocado na descolagem porque tive de "despassar" uns cabos antes de sair... directo à aterragem.

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Data: Sábado dia 21

Locais: Ceará; Barrosa N

Pilotos (Ceará): PPerpétuo, BMoniz, BBruno, APires, Adal, MJorge, Henrique, JB+Vanessa (produtora espanhola programa XtremeXperience - Canal+)

Pilotos (Barrosa): Suiços, JAntónio, PPerpétuo, BMoniz, BBruno, Adal, MJorge, Henrique, JB+prima Henrique, Raquel, Sara, MÁspera


As previsões voltaram a acertar e São Pedro voltou a mandar bom tempo. Talvez o melhor dia da semana.
Enquanto alguns dos pilotos locais foram experimentar de manhã a Ceará com pouco sucesso, levei o grupo para a Lagoa do Fogo. Céu azul, teto a 1.200 e descolagem com ciclos térmicos contínuos e fracos de NO. No céu um “tsunami” de convidativos pequenos cúmulos que prometiam um grande dia de voo. Fiz o habitual “briefing” e depois conforme habitual a malta muito disciplinada preparava as asas fora da descolagem e colocavam-se um fila indiana aguardando calmamente a sua vez para a descolagem. Tal e qual como fazemos…! Assim que começaram a descolar foi um tal “manjar” de térmica. No entretanto os nossos companheiros começaram a chegar (JBrum, José António, PPerpétuo, Miguel Aspera, MJorge, Bruninho, Alcino, Miguel Cabral, Bruno, Henrique) que da aterragem oficial ao verem o nosso JAntónio a entrar na nuvem nos 1200m foi um tal ligar o turbo pela rua acima...

Uma atenção especial para o voo do Bruno Moniz que incentivado pelo JBrum via rádio seguiu as enroladelas do Perpétuo na sua linda asa até á nuvem. Muito bem. O Bruninho também fez uma descolagem digna de se ver com muita atitude mostrando como se faz a quem tinha mais dificuldades em lidar com o controlo das asas entre a brisa térmica e as armadilhas do terreno. O JBrum fez um voo de bilugar com uma moça familiar do Henrique trazendo-lhe um sorriso que o namorado na aterragem nunca tinha visto…o que será que se passou no ar?...

A brincar conseguimos ter nesta tarde na Lagoa do Fogo tão somente 40 pilotos. Mais um recorde extra festival.

Pelas 17:30 a maior parte dos nossos companheiros lá foram para suas casas e eu como havia prometido lá fui para as 7 Cidades acompanhado apenas pelo Miguel Cabral e pelo Alcino que voaram mais uma vez naquele local paradisíaco quase 2 horas (recorde). O Alcino até conseguiu fazer top landing para trazer o Jeep. BOA. Mais uma vez tivemos cerca de 30 asas no ar neste local. Eu fiz um voo de bi-lugar com uma amiga como prenda de aniversário. Os Instrutores auxiliares Sérgio e David fizeram  Bi-Lugares com uma companheira do grupo, e o Instrutor principal Marckus, fez uma adaptação com vários mosquetões á boa maneira do “Macgeiver” na pequena sellete do filho de 7 anos e fez um voo quase acrobático onde se ouvia os gritos de prazer do pequeno parapentista a incentivar o pai a puxar cada vez mais pelos Wing Overs á moda do Armando. A aterragem mais uma vez á beira da espelhada lagoa azul num misto de silêncio, do coaxar das rãs, dos sorrisos e a algazarra da malta extasiada a curtir o seu último voo em GRANDE. Aqui uma palavra de apreço e amizade o grupo que me convidou para ajudar como guia local e para todos os amigos do grupo que com certeza irão ler estes artigos e daqui em diante com certeza visitar regularmente a página do clube. Também um agradecimento pela forma disciplinada, responsável e sempre respeitadora pelas regras locais, fruto do trabalho do Clube e dos pilotos locais ao longo dos anos.
Piloten wie Sie sind immer willkommen!
Em nome do Clube obrigado.

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Data: 29 Abril 2012

Local: Valados

Pilotos avoadores: Ric, raquel, MJorge, Henrique, ASilva, BMoniz, JBrum, JAntónio, PPerpétuo, PPreto, Adal

Visitas: PLuís & Sara


Dia de térmica bem mexidinha nos Valados, tecto a 1200 mts, frio e algum vento norte.

Primeiro voo com passeios até São Brás e toplanding para recuperar o fôlego. O Zé António foi aterrar à geotermia.

Segundo voo, eu o Perpétuo, Henrique e João subimos bem. O Pedro e o João seguiram e foram aterrar à zona das "Soluções M". O PPreto saiu para distância para oeste, aterrarndo pelas Caldeiras da R. Grande. Eu e o Henrique estivémos muito baixos mas recuperámos até à nuvem. Segui para oeste, fiz 1300 mts a seguir à geotermia e continuei. Embora estivesse tudo à sombra, havia alguma confluência, por vezes com núcleos fortes. Passei pelos "Pastinhos", a ideia era chegar às 7 Cidades, mas lá parecia que chovia um pouco. Apesar do tecto alto já não conseguia passar dos 900 mts e derivei para a Serra Gorda, que passei pelo norte por mais uns 2 kms. Vendo que não parecia dar para continuar muito mais, voltei atrás e aterrei na oficial da S. Gorda, depois de uma bela voaça de 25 kms.

Muito obrigado à Sara pela recolha.

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