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...a voar.

2011 fora e 2012 já a voar. O pessoal não dá hipótese. A ver se este é um bom ano de voos... Ainda passei pelos Pastinhos, mas acabei apenas tirando algumas fotos. O vento estava um pouco da esquerda e era preciso subir até bem perto do topo do monte para não arriscar uma marreca. Mesmo assim, o Henrique acho que bisou... :-)

Mais tarde ainda houve quem fosse à Serra Gorda onde a Verónica também teve a oportunidade de descolar.

Aguardam-se mais comentários.

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Pois é, se as nossas asas precisassem de bateria, motor de arranque ou velas, haveria quem não tirasse os pés do chão. Ainda bem que se trata de voo livre!

À parte de termos que empurrar a viatura de um piloto mais descuidado com a manutenção, e de ter feito o primeiro voo com a minha Artik3, da Niviuk, nada de novo. As condições na Serra Gorda apresentavam-se boas para um dinâmico calmo, ideal para o test-drive.

E, tendo tido direito a ida à nuvem e a vários top-landings, foi um belo batismo.

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Ponto de encontro: Pastinhos – vento lateral…toca a ir até à “Catedral”.
Lá no cimo verificamos que o vento era fraco, mas como tínhamos passageiros com “vouchers” ainda do 17º Festival…toca a descolar! Depois do Ric, os restantes pilotos (já que estavam lá no alto) resolveram que uma “marreca” é sempre melhor do que descer o monte a pé ou de jipe.

Depois…bem depois alguém alvitrou: “Deve estar bom nas Sete Cidades!”
Toca a reunir as tropas e larga! Almoço “muito volante & apressado” na bomba de combustível do cruzamento Arribanas/Empadadas/Covoada/Feteiras.
Pilotos: Benj, Ric, PPreto, Armando, JB, JA, Henrique, Arnaldo+Daniel e em estreia absoluta, o Miguel Cabral.
Nas cumeeiras da bonita lagoa o nevoeiro espreitava, mas o vento parecia de boa intensidade se bem que um pouco de norte. O Benj foi o piloto de teste…e aguentou-se acima das ravinas. Deu para todo o mundo ficar cerca de uma hora percorrendo as encostas verdejantes da cratera.
Obrigado à Verónica pela recolha.

Data: 10 dezembro 2011

Local: Serra Gorda & Sete Cidades

Pilotos: Armando+Iolanda, JB+João, Ric, Raquel, BMoniz, Benj, Henrique, Adal, PPreto, Arnaldo+Daniel, JA, MCabral

Corropio

JB+João

Corropio
Sem comentários...

Depois deste voo, o Miguel (um dos novos Pilotos do CASM) enviou-nos um texto para publicar aqui na página. Agradecemos a tua contribuição e... já agora, cá fica o vídeo da música. Bons Voos!

H.S.  

Tenho saudades de momentos … Que nunca mais vou encontrar

Estou a ouvir João Pedro Pais.
É um artista consagrado no panorama musical português, é uma referência impar com um registo inconfundível. Tornou-se uma marca de sucesso, pois todos os seus trabalhos se tornaram sucessivos sucessos.
Estou a ouvir João Pedro Pais, neste seu último registo que tem por nome “O Coliseu”, palco ambicionado por todo o artista português.

Foi a melodia de “ninguém é de ninguém” que me transportou para o “Coliseu” das Sete Cidades. Provavelmente esta é uma canção dedicada ao encanto de um lindo amor, todavia a mim, só me fez lembrar um momento de que já tenho saudades e como diz a canção, talvez nunca mais vou encontrar. O meu primeiro voo na encosta da Lagoa das Sete Cidade no dia 10 do corrente mês de Dezembro.

Embora reconheça que a meteorologia não estava favorável para um iniciante à arte de pilotar uma asa de parapente, como eu, visto que o nevoeiro estava muito presente e muito baixo e para quem ainda não experimentou a técnica das “orelhas”, poderia provocar outro tipo de recordação, todavia a compensação foi sublime, com uma mistura de sentimentos indescritíveis, talvez algum medo (porque não dizê-lo), talvez o resultado de muita adrenalina, ou talvez apenas o desconforto de não ter a cadeira bem ajustada. Enfim, uma sensação para recordar para a vida, tal como um grande amor. Nem o facto da aterragem não ter sido tão bem conseguida, apaga as sensações sentidas. É naturalmente um processo de aprendizagem evolutivo. Na próxima será concerteza melhor.

Agradeço a coragem que o Armando me ofereceu. Incentivou-me a voar, pois alguma vez teria que ser a primeira e já nessa manhã tinha realizado uma marreca na Serra Gorda. Se não fosses ele talvez nunca tivesse experimentado aquelas sensações, isto porque acredito que todos os voos são diferentes, pois se assim não fosse, não valia o esforço de inflar novamente a asa. Arnaldo, aquele bilugar fica para uma próxima oportunidade.

Irei concerteza voltar a percorrer todo aquele palco magnífico, ouvir a melodia da lagoa e das suas encostas, observar o verde das copas das árvores, sentir o vento a esmurrar a minha face para despertar todos os meus sentido. Enfim, irei percorrer aquele e outros locais desta magnifica ilha, locais em que eu concerteza irei querer voltar e VOAR.

Obrigado a todos pelo apoio. Obrigado pela oportunidade.

Povoação, 16 de Dezembro de 2011-12-16

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Local: triângulo Serra Gorda

É com um misto de sentimentos que vejo os novos alunos do CASM a evoluírem na pastagem sul da Serra Gorda - Ahhh, agora que falei nela, necessitamos com alguma urgência explicar no nosso novo Sítio que a "Catedral" é um cognome da Serra Gorda ou Pico Salomão. E isto porquê? Os últimos visitantes do país do Asterix e Co. (França) que estiveram em S. Miguel, subirem a penosa estrada esburacada e poeirenta da montanha...a pé, e quando chegaram ao alto fartaram-se de procurar a dita "catedral" e até se alentaram quando avistaram o marco geodésico, pensando tratar-se da torre da famosa igreja.

Bem voltemos aos iniciados no nosso desporto de eleição. Apraz-me registar que a maioria já descola e aterra pelos seus meios...um pouco atabalhoados, é certo, mas quem somos nós para os julgar. Será que a nossa memória é assim tão curta?

Ainda mais admirado fiquei ao ver alguns deles já a serem "lançados" do alto da montanha.

Força "Miúdos"!

Antes e bem lá no topo estavam os "crescidos": PPerpétuo, Pierre & Catherine+Amigos...que já se encontram na ilha para o 17º Festival (5ª vez consecutiva para o casal de Marselha).

Uma vez mais: BEM-VINDOS!

 

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Local: Serra Gorda/Salto do Cavalo

Meteorologia: direcção do vento sul/sueste, 15km/h na descolagem da frente sul Serra Gorda; vento fraco nas Furnas.

Pilotos: Arnaldo, Roland Beck, Alberto (aluno do curso 2011)

Visitantes: Cornel Kirsch, Verónica

Instrutores: Nuno Gomes, Marco
Recolha: Cornel Kirsch/Verónica

Depois da viagem à Ilha Terceira, voltamos a receber o tão simpático casal alemão que mais uma vez alinhou nas nossas aventuras.
Deslocamo-nos até à Serra Gorda para mais um voo. Ao chegar já andava o nosso novíssimo piloto (Alberto) nos seus primeiros de muitos voos. Subimos, e desta vez deixei que fosse o nosso visitante o primeiro a descolar. Fizemos alguma permanência e fomos para a aterragem habitual, depois decidimos ir almoçar às Furnas.
Após o almoço estávamos a combinar mais um voo, quando o nosso Ricardo me enviou um SMS a dizer que ia experimentar as "Furnas". Subimos e já lá andava o Ricardo mais a menina Sarinha no seu relaxante voo sobre o vulcão das Furnas.
Mais um voo soberbo...
 
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Local: Serra Gorda

Pilotos: Dietrich, Fred, Richard, Jean Mark, Laurent, Raquel, MJorge, Benj, PPerpétuo, JA, ...?

Coisa rara em São Miguel, a descolagem de uma Asa Delta, desta feita pilotada pelo nosso amigo alemão Dietrich.

De realçar também a presença de quatro pilotos Franceses que já estão na ilha há mais de uma semana.

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Dia do Senhor Santo Cristo dos Milagres, ou PPerpétuo e Benj numa voaça entre a Serra Gorda e a Praia do Pópulo

No dia do Senhor Santo Cristo, grande parte dos pilotos do CASM estavam, alegadamente, a pagar promessas. Assim, apenas eu e o Benj fomos até à Serra Gorda para ver o que nos podia reservar este dia de Sueste com vento nos 20 km/h (WindGURU).

Chegámos ao topo numa altura em que estava a entrar um bom ciclo térmico, o que nos animou. O Benj foi o primeiro a sair da frente Leste. Fez duas passagens, mas teve de antecipar um top-landing para não marrecar. Voltou a descolar logo de seguida e desta vez foi sempre a subir. Eu fui atrás dele, mais para o lado Sudeste, onde se subia ‘a torto e a direito’.

Rapidamente ganhámos altitude, mesmo sempre a andar para a frente, de forma que a decisão foi fácil: é prá distância, vamos lá ver aonde o Senhor Santo Cristo nos vai levar!

Num dia em que a previsão não era de grande instabilidade, toda a atividade que se fazia sentir tinha a ver com a humidade e com uns valentes cúmulos que entretanto evoluíam pelo centro da ilha. Fomos andando nas barbas da nuvem, contra o vento que se começava a fazer sentir, no meu caso quase sempre de acelerador a fundo, agora com o objetivo de chegar ao praia.

Ainda passei pelo Livramento, bem por cima da casa do PLuís, tendo depois virado para ir fazer um dinâmico nas torres do Pópulo. O Benj também chegou bem alto (estratosférico!), mas já com grande dificuldade em avançar.

Obrigado ao PLuís, que além de nos ter recolhido na praia, nos presenteou com um belo almoço regado com um maravilhoso branco fresquinho.

Tracklog: http://www.livetrack24.com/live_show_track.php?trackID=99722&2d=0

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Podemos ver quando é que o pessoal está motivado para voar. Por vezes, num daqueles dias que tem "Marreca" estampada na cara, está tudo a gritar que vai ser bom; ou quando estão 30 Km/h com previsão para subir e está tudo a gritar: "isto ainda vai ficar melhor"... No caso do nosso Ricardo não é nada disso. Podemos ver que está motivado quando nos manda uma mensagem ao meio dia em ponto: "Sgorda sudeste, à tarde deve dar furnas". Dito e feito... pelo menos a parte da Serra Gorda, que quanto lá cheguei já ele estava quase a descolar.

A previsão era de vento Sudeste, de modo que isso significava subir a pé a encosta (sempre agradável). Eu o Benj e o António lá descolamos, bem como o Arnaldo na sua máquina (mas lá em baixo junto ao triângulo). Enquanto deu ainda ficamos a rapar a encosta, subindo um pouco mais lá de vez em quando (sempre que entrava uma quase térmica). O Zé o PLuís entretanto apareceram, nós aterramos e com notícias do Miguel (que estava no Salto do Cavalo) de que nas Furnas as coisas não estavam boas. Ainda houve tempo para dar uma espreitadela à descolagem que o nosso Ricardo já experimentou lá para os lados da Covoada (há para lá um Anfiteatro... segundo consta). Estava de lado e fraco. Assim, regresso ao triângulo e (no meu caso) a casa.

Quando me fui embora ainda se ficou a discutir se valia a pena subir a Serra Gorda. O que é certo que ainda me pareceu ver alguém a inflar mais tarde lá em cima (Alcino eras tu?).

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Graças ao nosso Anticiclone e ao mau tempo que se faz sentir na Europa em geral, fui contactado por um colega Instrutor Marckus de uma escola Suíça acompanhado de 2 instrutores auxiliares (sendo um deles piloto de asa delta) no sentido de cá virem voar.

Rapidamente se organizou um grupo de 30 elementos sendo 25 deles pilotos (na sua maioria com experiencia de voo em alta montanha) que irão durante esta semana experimentar um tipo de voo completamente diferente para eles pois estão habituados a voar em condições de vento fraco e em térmica normalmente forte e generosa.

Trata-se de o maior grupo de pilotos com experiencia a voar nos Açores sem ser no Festival anual.

Diário de Voo

Domingo dia 15

Vento NE/E fraco - tecto baixo - muita humidade.

A vontade de voar era muita. Estando habituados a voar em alta montanha e longe do mar, para eles foi estranho começar a voar na “Catedral” com ventos de NE/E de 20Km/h que para eles é muito forte…!

O facto é que primeiro estranha-se mas depois entranha-se.

Ao chegarem ao aeroporto às 18:30 e depois de saberem que os pilotos locais voaram praticamente todo o dia, às 19:30 já estavam todos a voar num entra e sai de nuvens, num mete e tira de orelhas. Aterraram com um sorriso suíço bem esticado e literalmente de noite (pelas 21:00) como pude verificar pela dificuldade que tiveram em encontrar algum material a quando da dobragem das asas…!

 

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Parecia mau: sem vento, sem Sol...quase que convidava a não descolar. Depois uma ligeira brisa começou a entrar de oeste, mas acompanhada de nuvens baixas e escuras. A meteo tinha avisado chuva!
Depois...bem depois o Ric apanhou uma térmica que o levou lá bem acima para dentro das nuvens (1.200m). Apressamo-nos enquanto ele passeava por cima do algodão cinzento-escuro. Logo arrancou e foi aterrar ao Pópulo.
Os restantes - bem que tentamos sair da encosta da Catedral e procurar a tal "térmica" que nos juntasse ao Ric...ma niente!
Fartos da dinâmica e de levar de vez em quando com pingos de chuva na cara, fomos aterrar ao triângulo sul. O Benj fez toplanding para trazer a sua carrinha para baixo...ouvi dizer que houve "atolanço"!
Obrigado ao Miguel Cabral pela recolha.

Data: 20 Novembro 2011

Local: Serra Gorda

Pilotos: PLuís, ASilva, PPerpétuo, Ric, BBrum, Henrique, JB, JA, Benj

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