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Meteo: Vento noroeste 20 km/h, tecto a 600 mts, alguma instabilidade com aguaceiros dispersos.

No Ceará havia algum vento, eu e o Ben descolámos e fomos para as falésias dos Mosteiros, o Henrique aterrou no fim da pastagem da descolagem pois não conseguia progredir com altura. A Sara não chegou a descolar pois tinha de ir embora. Eu e o Ben voámos em toda a falésia até João Bom, no extremo norte desta zona. Chegámos a subir a quase 600 mts e bem fora da falésia com térmica e cúmulos (alguns granditos). O mar tinha sempre alguns sinais de vento mas nunca tivemos problemas para avançar, as condições estavam muito boas.  Entretanto, os outros desceram até á descolagem dos Mosteiros e finalmente foram para o ar, ainda a tempo de desfrutar de óptimas condições. Eu e o Ben fizemos toplanding, como só era preciso um para levar o carro para baixo e o Ben já não queria voar, lá fui para mais um voozito, desta vez com descolagem acima das canas.

Bastaram uns 360ºs para, quando aterrei, os miúdos irem ter comigo aos pulos e dizendo: "Esse senhor faz piruetas!"
Terminámos o dia nas frescas, num café que pode tornar-se na nova aterragem oficial, pois enquanto se dobra a asa, pode encomendar-se a cerveja.

Pilotos: Raquel, Henrique, Bruno Moniz, Benjamim, Ric

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...foi a expressão utilizada pelo "nosso" Adal após ter aterrado em Ponta Garça no Sábado passado, referindo-se ao facto de considerar que sozinho seria mais difícil realizar o voo que tinha acabado de fazer.15 Km para todos os 10 pilotos do CASM, para muitos um novo recorde pessoal!

Todos de parabéns.

O dia esteve perfeito para esta rota, mantendo-se um vento Sul ligeiramente Sudeste durante toda a tarde, que deu para toda a gente se passear pela costa à vontade. Muitas fotos, muitos sorrisos e algumas memórias que serão certamente difíceis de esquecer. Pessoalmente, achei incrível ver tantas asas passar ao mesmo tempo para a Ribeira Quente, se fossem navios seriam uma verdadeira Armada! Espectaculares também as imagens da passagem para a Ponta Garça, com o Sol já mais baixo e com um tecto que deixou criar uns Espectros.

Abaixo algumas das imagens da galeria desta notícia:

Nem pintado de cor-de-rosa
Ricardo... aqui literalmente "para a Fotografia"

 

Nem pintado de cor-de-rosa
Entre a Povoação e a Ribeira Quente
Nem pintado de cor-de-rosa
Perpétuo
Nem pintado de cor-de-rosa
Passagem para a Ponta Garça
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Data: Sábado dia 21

Locais: Ceará; Barrosa N

Pilotos (Ceará): PPerpétuo, BMoniz, BBruno, APires, Adal, MJorge, Henrique, JB+Vanessa (produtora espanhola programa XtremeXperience - Canal+)

Pilotos (Barrosa): Suiços, JAntónio, PPerpétuo, BMoniz, BBruno, Adal, MJorge, Henrique, JB+prima Henrique, Raquel, Sara, MÁspera


As previsões voltaram a acertar e São Pedro voltou a mandar bom tempo. Talvez o melhor dia da semana.
Enquanto alguns dos pilotos locais foram experimentar de manhã a Ceará com pouco sucesso, levei o grupo para a Lagoa do Fogo. Céu azul, teto a 1.200 e descolagem com ciclos térmicos contínuos e fracos de NO. No céu um “tsunami” de convidativos pequenos cúmulos que prometiam um grande dia de voo. Fiz o habitual “briefing” e depois conforme habitual a malta muito disciplinada preparava as asas fora da descolagem e colocavam-se um fila indiana aguardando calmamente a sua vez para a descolagem. Tal e qual como fazemos…! Assim que começaram a descolar foi um tal “manjar” de térmica. No entretanto os nossos companheiros começaram a chegar (JBrum, José António, PPerpétuo, Miguel Aspera, MJorge, Bruninho, Alcino, Miguel Cabral, Bruno, Henrique) que da aterragem oficial ao verem o nosso JAntónio a entrar na nuvem nos 1200m foi um tal ligar o turbo pela rua acima...

Uma atenção especial para o voo do Bruno Moniz que incentivado pelo JBrum via rádio seguiu as enroladelas do Perpétuo na sua linda asa até á nuvem. Muito bem. O Bruninho também fez uma descolagem digna de se ver com muita atitude mostrando como se faz a quem tinha mais dificuldades em lidar com o controlo das asas entre a brisa térmica e as armadilhas do terreno. O JBrum fez um voo de bilugar com uma moça familiar do Henrique trazendo-lhe um sorriso que o namorado na aterragem nunca tinha visto…o que será que se passou no ar?...

A brincar conseguimos ter nesta tarde na Lagoa do Fogo tão somente 40 pilotos. Mais um recorde extra festival.

Pelas 17:30 a maior parte dos nossos companheiros lá foram para suas casas e eu como havia prometido lá fui para as 7 Cidades acompanhado apenas pelo Miguel Cabral e pelo Alcino que voaram mais uma vez naquele local paradisíaco quase 2 horas (recorde). O Alcino até conseguiu fazer top landing para trazer o Jeep. BOA. Mais uma vez tivemos cerca de 30 asas no ar neste local. Eu fiz um voo de bi-lugar com uma amiga como prenda de aniversário. Os Instrutores auxiliares Sérgio e David fizeram  Bi-Lugares com uma companheira do grupo, e o Instrutor principal Marckus, fez uma adaptação com vários mosquetões á boa maneira do “Macgeiver” na pequena sellete do filho de 7 anos e fez um voo quase acrobático onde se ouvia os gritos de prazer do pequeno parapentista a incentivar o pai a puxar cada vez mais pelos Wing Overs á moda do Armando. A aterragem mais uma vez á beira da espelhada lagoa azul num misto de silêncio, do coaxar das rãs, dos sorrisos e a algazarra da malta extasiada a curtir o seu último voo em GRANDE. Aqui uma palavra de apreço e amizade o grupo que me convidou para ajudar como guia local e para todos os amigos do grupo que com certeza irão ler estes artigos e daqui em diante com certeza visitar regularmente a página do clube. Também um agradecimento pela forma disciplinada, responsável e sempre respeitadora pelas regras locais, fruto do trabalho do Clube e dos pilotos locais ao longo dos anos.
Piloten wie Sie sind immer willkommen!
Em nome do Clube obrigado.

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Data: 29 Abril 2012

Local: Valados

Pilotos avoadores: Ric, raquel, MJorge, Henrique, ASilva, BMoniz, JBrum, JAntónio, PPerpétuo, PPreto, Adal

Visitas: PLuís & Sara


Dia de térmica bem mexidinha nos Valados, tecto a 1200 mts, frio e algum vento norte.

Primeiro voo com passeios até São Brás e toplanding para recuperar o fôlego. O Zé António foi aterrar à geotermia.

Segundo voo, eu o Perpétuo, Henrique e João subimos bem. O Pedro e o João seguiram e foram aterrar à zona das "Soluções M". O PPreto saiu para distância para oeste, aterrarndo pelas Caldeiras da R. Grande. Eu e o Henrique estivémos muito baixos mas recuperámos até à nuvem. Segui para oeste, fiz 1300 mts a seguir à geotermia e continuei. Embora estivesse tudo à sombra, havia alguma confluência, por vezes com núcleos fortes. Passei pelos "Pastinhos", a ideia era chegar às 7 Cidades, mas lá parecia que chovia um pouco. Apesar do tecto alto já não conseguia passar dos 900 mts e derivei para a Serra Gorda, que passei pelo norte por mais uns 2 kms. Vendo que não parecia dar para continuar muito mais, voltei atrás e aterrei na oficial da S. Gorda, depois de uma bela voaça de 25 kms.

Muito obrigado à Sara pela recolha.

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Asa:

Melhor Distância:

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Data: 14 Abril 2012
Local: Pastinhos
Pilotos: PLuís, Ric, Benj, Henrique, BBruno, Raquel, BMoniz, MJorge, PJerónimo, Adal, JBrum
Não aprendem?
P. Quem?
R. Alguns dos nossos pilotos.
P. O quê?
R. O voo nos “Pastinhos”…principalmente a descolagem em dias de vento fraco.
Tenho a certeza que o “problema” é mais complexo. Creio que simplesmente não fazem uma leitura correcta das condições do local, antes de tirarem os pés do chão…e é tão simples! Basta olharem para os outros pilotos que já se encontram no ar, observar as nuvens e os nossos aliados milhafres, e saber de que quadrante sopra o vento.
Para descolar com vento fraco:
1.    Subir ao “bico” do monte = mais alto = mais hipóteses de entrar na dinâmica.
2.    Não tenham pressa em levantar voo! Inflem a asa e depois de controlada (sobre a cabeça) tentem subir um pouco mais a encosta, tomem balanço, aqueles 2 a 3m de impulso às vezes são a diferença entre conseguir safar-se em voo e um marrecanço ESPECTACULAR!
3.    Não se preocupem logo à saída com o sentar “bem” na selete. Só o deverão fazer quando a “sobrevivência” estiver garantida.
4.    Sem vento…espera-se pela entrada do ciclo para descolar. O timming é precioso. E isto é quando o vento/brisa acelera montanha acima, quer pela influência de alguma térmica ou rajada. Muitas vezes basta ir em frente, sempre dentro da linha de ascensão e depois cortar para a direita, se e quando estivermos mais perto do bico do Pico Alto.
5.    Atenção aos rotores e zona negativa proporcionados pelas árvores que dividem este monte das pastagens. Se ficarmos baixo é preferível passar pela frente do arvoredo e aí tentar a dinâmica criada pelas criptomérias e plátanos.
6.    Se (como hoje e diga-se de passagem – quase sempre!) a brisa vem da esquerda deve-se (na descolagem) apertar a curva para aquele lado. Isto é o ABC da modalidade…Todas as encostas viradas a noroeste terão sempre maior ascendência. Quando viramos à direita, ganhamos velocidade, mas perdemos altura.
7.    Os pilotos mais experientes estão a subir fora da dinâmica, então porque não ir atrás deles? Porque razão insistem em ficar colados aos pequenos montes?
8.    Aparecem nuvens sobre as pastagens a norte. Não é um milagre! A brisa marítima fria entra terra dentro e vai aquecendo na sua “caminhada” até aos “Pastinhos”. Logo deve-se subir onde elas se formam…e os milhafres estão lá a apontar os locais de subida (assim como alguns de nós).
Ninguém liga…e depois aparecem as desculpas esfarrapadas: “A tua asa sobe para caraças! Esta tua asa tem uma finesse! Não há vento!” Pois Zé Maria!
Aventurem-se! Não tenham medo de “marrecar” fora da montanha…sempre é melhor do que o fazer em linha directa descolagem/pastagem oficial.
Desliguem o chip cerebral que Vos envia em direcção à “aterragem oficial”.
Bem hajam e Bons Voos

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Ponto de encontro: Pastinhos – vento lateral…toca a ir até à “Catedral”.
Lá no cimo verificamos que o vento era fraco, mas como tínhamos passageiros com “vouchers” ainda do 17º Festival…toca a descolar! Depois do Ric, os restantes pilotos (já que estavam lá no alto) resolveram que uma “marreca” é sempre melhor do que descer o monte a pé ou de jipe.

Depois…bem depois alguém alvitrou: “Deve estar bom nas Sete Cidades!”
Toca a reunir as tropas e larga! Almoço “muito volante & apressado” na bomba de combustível do cruzamento Arribanas/Empadadas/Covoada/Feteiras.
Pilotos: Benj, Ric, PPreto, Armando, JB, JA, Henrique, Arnaldo+Daniel e em estreia absoluta, o Miguel Cabral.
Nas cumeeiras da bonita lagoa o nevoeiro espreitava, mas o vento parecia de boa intensidade se bem que um pouco de norte. O Benj foi o piloto de teste…e aguentou-se acima das ravinas. Deu para todo o mundo ficar cerca de uma hora percorrendo as encostas verdejantes da cratera.
Obrigado à Verónica pela recolha.

Data: 10 dezembro 2011

Local: Serra Gorda & Sete Cidades

Pilotos: Armando+Iolanda, JB+João, Ric, Raquel, BMoniz, Benj, Henrique, Adal, PPreto, Arnaldo+Daniel, JA, MCabral

Corropio

JB+João

Corropio
Sem comentários...

Depois deste voo, o Miguel (um dos novos Pilotos do CASM) enviou-nos um texto para publicar aqui na página. Agradecemos a tua contribuição e... já agora, cá fica o vídeo da música. Bons Voos!

H.S.  

Tenho saudades de momentos … Que nunca mais vou encontrar

Estou a ouvir João Pedro Pais.
É um artista consagrado no panorama musical português, é uma referência impar com um registo inconfundível. Tornou-se uma marca de sucesso, pois todos os seus trabalhos se tornaram sucessivos sucessos.
Estou a ouvir João Pedro Pais, neste seu último registo que tem por nome “O Coliseu”, palco ambicionado por todo o artista português.

Foi a melodia de “ninguém é de ninguém” que me transportou para o “Coliseu” das Sete Cidades. Provavelmente esta é uma canção dedicada ao encanto de um lindo amor, todavia a mim, só me fez lembrar um momento de que já tenho saudades e como diz a canção, talvez nunca mais vou encontrar. O meu primeiro voo na encosta da Lagoa das Sete Cidade no dia 10 do corrente mês de Dezembro.

Embora reconheça que a meteorologia não estava favorável para um iniciante à arte de pilotar uma asa de parapente, como eu, visto que o nevoeiro estava muito presente e muito baixo e para quem ainda não experimentou a técnica das “orelhas”, poderia provocar outro tipo de recordação, todavia a compensação foi sublime, com uma mistura de sentimentos indescritíveis, talvez algum medo (porque não dizê-lo), talvez o resultado de muita adrenalina, ou talvez apenas o desconforto de não ter a cadeira bem ajustada. Enfim, uma sensação para recordar para a vida, tal como um grande amor. Nem o facto da aterragem não ter sido tão bem conseguida, apaga as sensações sentidas. É naturalmente um processo de aprendizagem evolutivo. Na próxima será concerteza melhor.

Agradeço a coragem que o Armando me ofereceu. Incentivou-me a voar, pois alguma vez teria que ser a primeira e já nessa manhã tinha realizado uma marreca na Serra Gorda. Se não fosses ele talvez nunca tivesse experimentado aquelas sensações, isto porque acredito que todos os voos são diferentes, pois se assim não fosse, não valia o esforço de inflar novamente a asa. Arnaldo, aquele bilugar fica para uma próxima oportunidade.

Irei concerteza voltar a percorrer todo aquele palco magnífico, ouvir a melodia da lagoa e das suas encostas, observar o verde das copas das árvores, sentir o vento a esmurrar a minha face para despertar todos os meus sentido. Enfim, irei percorrer aquele e outros locais desta magnifica ilha, locais em que eu concerteza irei querer voltar e VOAR.

Obrigado a todos pelo apoio. Obrigado pela oportunidade.

Povoação, 16 de Dezembro de 2011-12-16

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Sábado de manhã rumamos para Vila Franca (Sra da Paz). Chegando lá, verificou-se que o vento estava fortinho e com direção de sudoeste a rodar para sul. O António Silva ainda descolou e voou, mas o restante pessoal decidiu experimentar a descolagem em Santa Cruz (Lagoa). Fez-se novamente uma análise às condições atmosféricas, e enquanto isso, eu ia ganhando coragem para descolar naquele local, que à primeira vista impõe respeito. Seria a minha estreia! O que é certo é que ainda não foi desta, pois o vento estava a rondar para Sul e esta não é a direcção indicada para aquela descolagem. Posto isto, seguimos para a praia das Milicias (Pópulo), que para mim também era interessante porque seria uma estreia. O vento andava entre os 24 e 30 km/h, mas com tendência para baixar. O JB foi o primeiro a descolar e a seguir foi o Hugo, o Benjamim, o Ricardo, o Henrique (estreou-se no local) e finalmente eu. Que estreia! Descolei baixo, encostei-me à esplanada do restaurante e lá subi.... e foi de tal forma que até fui parar ao telhado de zinco desse mesmo restaurante, enfim.... felizmente nada de especial aconteceu, apenas o susto e o show para a multidão presente , mas consegui manter a asa controlada, mãos em cima para sair da zona de aceleração do vento e .... lá fui para o meu primeiro voo no "Pópulo". Uma palavra para descrever o voo, "espetacular" - uma descolagem e um voo muito técnico - é necessário ter atenção a tudo (e a mais alguma coisa), mas depois de estar a voar naquele local, a sensação é fantástica!


Que venham mais voos destes, mas dispenso a parte do telhado!!

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O dia era Sábado de modo que não faltou gente com vontade de tirar os pés do chão. Depois de um "vamos não vamos"... "está bom, mas não sei se vai ficar melhor" ... "não me parece mal, se calhar está bom nas Furnas, olha os milhafres a subir... que tenho de ir para casa", lá o Perpétuo se decidiu a pegar na asa em direcção à descolagem Sudeste da Barrosa. Seguiram-se a Sara e a Raquel e ainda um bocado depois o resto do pessoal (com excepção do MJorge que chegaria mais tarde). O Pedro saiu directo à Praia de Água D'alto, seguido da Sara. Fizeram eles muito bem porque num instante o Nevoeiro chegou e o Ric, eu próprio, o JA, o Ben e o Alcino já saímos em modo IFR (Instrument Flight Rules). O Ben por sinal fez a chamada (vou tomar a liberdade) "Petit Tour da Barrosa" à la Pedro Preto (que, para os que não sabem, é uma volta meio para o perdido dentro do nevoeiro).

Penso que os restantes acabaram por não descolar (não perderam muito). O Ric ainda se aguentou um pouco e quase chegava à Vila. Eu e o Zé ficamos por Água D'alto, entre um buraco e uma SCUT fechada (não havia melhor por perto). Em resumo: carimbo "Marreca".

PS: Não tenho fotos, se alguém, tiver que me mande para acrescentar à Notícia.

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Com a nova via para a extremidade leste de São Miguel, são precisos apenas 30 minutos para do local de encontro (geotermia) chegar-se ao local de voo sobre a Pedreira. Vento leste/nordeste fraco - com tendencia para diminuir - Sol e uns cúmulos a formarem-se na nossa frente, foi com rapidez que o pessoal distribuíu as suas coloridas asas pela pastagem verdejante. Os nossos pilotos já demostram - neste aspecto - que não é preciso esperar para ver os mais experientes a subirem em belas térmicas e só aí começarem a retirar o material do saco...as fotos são elucidativas.
Fui o primeiro a descolar e logo apanhei uma bela térmica (por sinal a única do dia!) que fez cantar o vario num som contínuo até chegar à nuvem. O Adal vinha a seguir-me. Esperei a ver se mais alguém se juntava...mas não! A maioria nunca conseguiu subir e começaram a dirigir-se para a aterragem oficial. Houve quem não chegasse bem, bem lá...e logo os lavradores honraram-lhe com o cognome de "Senhor dos Arbustos". Fiz top landing com o Ric, porque a paisagem estava a ficar à sombra. Esperamos pelos raios solares e quando confiantes descolamos fomos praticamente directos até lá abaixo (uma marreca!). Simpáticos os lavradores que nos levaram de novo à descolagem. Terceira ronda igual á segunda...tanto que o Ric+Benj resolveram tentar o Pico Bartolomeu. De lá atingiram os 1.200m e foram aterrar para os lados da Povoação. Entretanto o Hugo, o BMoniz e o AlbertoP subiam à "Gorda" para imitarem os colegas "marrequeiros". Ainda o PPerpétuo, a Raquel e o Alberto foram até à Barrosa onde os homens (em total solidariedade com a restante maralha)...marrecaram!

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