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...a voar.

2011 fora e 2012 já a voar. O pessoal não dá hipótese. A ver se este é um bom ano de voos... Ainda passei pelos Pastinhos, mas acabei apenas tirando algumas fotos. O vento estava um pouco da esquerda e era preciso subir até bem perto do topo do monte para não arriscar uma marreca. Mesmo assim, o Henrique acho que bisou... :-)

Mais tarde ainda houve quem fosse à Serra Gorda onde a Verónica também teve a oportunidade de descolar.

Aguardam-se mais comentários.

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Data: 17 Abril 2012

Local: Pastinhos

Concretizaram-se as previsões meteorológicas: vento fraco de manhã NE rodando para N e aumentando ao longo do dia.

O dia começou nos “Pastinhos” do Bruninho pelas 9:00. Os nossos amigos helvéticos puderam verificar na prática a complexidade técnica e interessante deste local. Aprenderam coisas que para nós já são mais que comuns mas vistas por pilotos que não estão habituados podemos analisar como este é um belo sitio para treinar algumas técnicas e conhecimentos como por exemplo:

1. Subir com a asa na diagonal desde o sopé até ao ponto de descolagem a meia montanha;

2. Perceber e temporizar os ciclos térmicos para saber qual a altura certa para descolar dentro do ciclo;

3. Controlar a asa descolando para NO devido ao efeito de “venturi” entre as duas montanhas e voar depois com vento NE;

4. Saber “lamber” bem ás arvores do monte pequeno até estar preparado para o monte grande, entre outras.

E foi isto que aconteceu praticamente toda a manhã até entrar o previsível sol fazendo descer a humidade de 85% para 72% ao longo de toda a tarde e elevando o tecto para cerca dos 1000m. Resultado: subia-se por todo o lado e durante toda a tarde toda a minha gente voou. Entre o grupo de suiços apareceu um casal francês (pai+filha) a voar de Bilugar e alguns pilotos locais entre eles o João Brum, Sara, Mario Jorge, Arnaldo, Pedro Perpétuo e Ricardo. Ainda visitaram o local o JAntónio, a Verónica e o João Alves (este voou de paramotor no final do dia).

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Asa:

Melhor Distância:


 

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Pois é, se as nossas asas precisassem de bateria, motor de arranque ou velas, haveria quem não tirasse os pés do chão. Ainda bem que se trata de voo livre!

À parte de termos que empurrar a viatura de um piloto mais descuidado com a manutenção, e de ter feito o primeiro voo com a minha Artik3, da Niviuk, nada de novo. As condições na Serra Gorda apresentavam-se boas para um dinâmico calmo, ideal para o test-drive.

E, tendo tido direito a ida à nuvem e a vários top-landings, foi um belo batismo.

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Ao receber um sms do nosso amigão Ricardão, a informar que iria tentar as Furnas, resolvi ir ao seu encontro. Pelo caminho recebi uma chamada dele a dizer que estava nas Furnas mas que iria experimentar a Vila Franca. Como eu estava a chegar ao Salto do Cavalo fui até à descolagem oficial e quando lá cheguei soprava uma brisa Sul fraquinha. Esperei um pouco que viesse mais vento...mas nada!

Com o António a chegar resolvi pedir-lhe boleia pois iria fazer um bilugar com o nosso amigo Rui (piloto de parapente da Ilha do Pico que está em S. Miguel a fazer o Curso de paramotor). Descolamos e depois de algum tempo de voo reparamos que a nossa boleia já se encontrava na aterragem oficial. Aterramos e voltamos para a descolagem. Entretanto chega o Paulo Melo, que preferiu não voar (Asneira!), mas sim servir de condutor/recuperador o resto da tarde.

Voltei a fazer um bilugar com a Marisa (amiga do Paulo), e o António o seu primeiro voo do dia.

Passado que está o primeiro Domingo de Outono de 2011, desfrutamos de mais um voo sobre as Furnas - uma paisagem única e maravilhosa coberta de diversificada vegetação, onde podemos ver a maior e mais antiga cratera vulcânica e em cujo fundo se localiza a lagoa das Furnas (uma das maiores hidrópoles do Mundo).

Terminamos nas típicas cervejolas.

Meteorologia

Velocidade vento Km/h:12 na descolagem

Direcção do vento: quadrante Sul

Pilotos: Arnaldo+Rui/Marisa, António Silva

Visitantes: Paulo Melo

Recolha: Paulo Melo

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O aspecto mais positivo deste voo foi o número recorde de pilotos presentes – 17.
Também positivo foi o facto de pela primeira vez (que eu tenha conhecimento!) se ter juntado quase todos os alunos do curso de 2011 (faltou 1).
Observando o voo da bilugar pilotada pelo Ric (o primeiro a descolar) logo vimos que ia ser dia de marrecanço geral. Ainda antes das “amburguesas+cerveja”, houve quem repetisse a dose de planeio rasante.
Há que agradecer à “directora da torre de controle” pelas instruções dadas via rádio aos novos pilotos do CASM na zona de aterragem…se bem que forçada! Temos que adquirir uns óculos antifog para a dita Senhora. Tenho a impressão que o embaciamento das lentes se deveu à emanação da actividade vulcânica da vila das Furnas, as Caldeiras ficam mesmo ali…digo eu!

Data: 08 Janeiro 2012
Local: Salto do Cavalo
Pilotos:  Ric+Telma & Aura, Verónica, Sara, Raquel, Benj, Arnaldo, AlbertoP, BBruno, JAntónio, Henrique, DuarteM, RuiM, PLuís, PPerpétuo, MCabral, Adal e ASilva
Meteo: sem vento e brisa muito fraca de sueste a caravana rumou às Furnas. Devido à direcção do pouco vento, utilizamos a descolagem situada mais a oeste do planalto do Salto do Cavalo.

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Ponto de encontro: Pastinhos – vento lateral…toca a ir até à “Catedral”.
Lá no cimo verificamos que o vento era fraco, mas como tínhamos passageiros com “vouchers” ainda do 17º Festival…toca a descolar! Depois do Ric, os restantes pilotos (já que estavam lá no alto) resolveram que uma “marreca” é sempre melhor do que descer o monte a pé ou de jipe.

Depois…bem depois alguém alvitrou: “Deve estar bom nas Sete Cidades!”
Toca a reunir as tropas e larga! Almoço “muito volante & apressado” na bomba de combustível do cruzamento Arribanas/Empadadas/Covoada/Feteiras.
Pilotos: Benj, Ric, PPreto, Armando, JB, JA, Henrique, Arnaldo+Daniel e em estreia absoluta, o Miguel Cabral.
Nas cumeeiras da bonita lagoa o nevoeiro espreitava, mas o vento parecia de boa intensidade se bem que um pouco de norte. O Benj foi o piloto de teste…e aguentou-se acima das ravinas. Deu para todo o mundo ficar cerca de uma hora percorrendo as encostas verdejantes da cratera.
Obrigado à Verónica pela recolha.

Data: 10 dezembro 2011

Local: Serra Gorda & Sete Cidades

Pilotos: Armando+Iolanda, JB+João, Ric, Raquel, BMoniz, Benj, Henrique, Adal, PPreto, Arnaldo+Daniel, JA, MCabral

Corropio

JB+João

Corropio
Sem comentários...

Depois deste voo, o Miguel (um dos novos Pilotos do CASM) enviou-nos um texto para publicar aqui na página. Agradecemos a tua contribuição e... já agora, cá fica o vídeo da música. Bons Voos!

H.S.  

Tenho saudades de momentos … Que nunca mais vou encontrar

Estou a ouvir João Pedro Pais.
É um artista consagrado no panorama musical português, é uma referência impar com um registo inconfundível. Tornou-se uma marca de sucesso, pois todos os seus trabalhos se tornaram sucessivos sucessos.
Estou a ouvir João Pedro Pais, neste seu último registo que tem por nome “O Coliseu”, palco ambicionado por todo o artista português.

Foi a melodia de “ninguém é de ninguém” que me transportou para o “Coliseu” das Sete Cidades. Provavelmente esta é uma canção dedicada ao encanto de um lindo amor, todavia a mim, só me fez lembrar um momento de que já tenho saudades e como diz a canção, talvez nunca mais vou encontrar. O meu primeiro voo na encosta da Lagoa das Sete Cidade no dia 10 do corrente mês de Dezembro.

Embora reconheça que a meteorologia não estava favorável para um iniciante à arte de pilotar uma asa de parapente, como eu, visto que o nevoeiro estava muito presente e muito baixo e para quem ainda não experimentou a técnica das “orelhas”, poderia provocar outro tipo de recordação, todavia a compensação foi sublime, com uma mistura de sentimentos indescritíveis, talvez algum medo (porque não dizê-lo), talvez o resultado de muita adrenalina, ou talvez apenas o desconforto de não ter a cadeira bem ajustada. Enfim, uma sensação para recordar para a vida, tal como um grande amor. Nem o facto da aterragem não ter sido tão bem conseguida, apaga as sensações sentidas. É naturalmente um processo de aprendizagem evolutivo. Na próxima será concerteza melhor.

Agradeço a coragem que o Armando me ofereceu. Incentivou-me a voar, pois alguma vez teria que ser a primeira e já nessa manhã tinha realizado uma marreca na Serra Gorda. Se não fosses ele talvez nunca tivesse experimentado aquelas sensações, isto porque acredito que todos os voos são diferentes, pois se assim não fosse, não valia o esforço de inflar novamente a asa. Arnaldo, aquele bilugar fica para uma próxima oportunidade.

Irei concerteza voltar a percorrer todo aquele palco magnífico, ouvir a melodia da lagoa e das suas encostas, observar o verde das copas das árvores, sentir o vento a esmurrar a minha face para despertar todos os meus sentido. Enfim, irei percorrer aquele e outros locais desta magnifica ilha, locais em que eu concerteza irei querer voltar e VOAR.

Obrigado a todos pelo apoio. Obrigado pela oportunidade.

Povoação, 16 de Dezembro de 2011-12-16

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Local: Serra Gorda/Salto do Cavalo

Meteorologia: direcção do vento sul/sueste, 15km/h na descolagem da frente sul Serra Gorda; vento fraco nas Furnas.

Pilotos: Arnaldo, Roland Beck, Alberto (aluno do curso 2011)

Visitantes: Cornel Kirsch, Verónica

Instrutores: Nuno Gomes, Marco
Recolha: Cornel Kirsch/Verónica

Depois da viagem à Ilha Terceira, voltamos a receber o tão simpático casal alemão que mais uma vez alinhou nas nossas aventuras.
Deslocamo-nos até à Serra Gorda para mais um voo. Ao chegar já andava o nosso novíssimo piloto (Alberto) nos seus primeiros de muitos voos. Subimos, e desta vez deixei que fosse o nosso visitante o primeiro a descolar. Fizemos alguma permanência e fomos para a aterragem habitual, depois decidimos ir almoçar às Furnas.
Após o almoço estávamos a combinar mais um voo, quando o nosso Ricardo me enviou um SMS a dizer que ia experimentar as "Furnas". Subimos e já lá andava o Ricardo mais a menina Sarinha no seu relaxante voo sobre o vulcão das Furnas.
Mais um voo soberbo...
 
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Data: 01 Abril 2012

Local: Valados

Pilotos: Benj, JAntónio, Ric, Rui, Duarte, BBruno, Ric, MJorge, JBrum, Arnaldo, ASilva, MiguelC

O tecto baixo (cerca de 750m) fazia com que julgasse que não iríamos longe. A neblina estava em todo o lado (seria humidade a mais?) reflectida na relva molhada da descolagem. Os primeiros a descolar, e ao longo da rota escolhida, não apanharam nenhuma bolha de renome (térmica?). Como o vento soprava de nordeste rumei para a esquerda a rapar floresta. Sempre na expectativa das colinas banhadas pelos raios solares - que conseguiam furar as nuvens e as iluminavam – fornecerem algum gatilho. Chegado à zona do miradoiro de Stª Iria iniciei dois tipos de voo: ora dinâmico lá atrás no monte, ora chegava-me à costa, por cima da Praia dos Moinhos, onde de vez em quando subiam gaivotas. Mas as bolhas eram esparsas e sem potência. Quando finalmente cheguei às barbas da nuvem mandei-me para a R. Grande, visto a Barrosa estar completamente debaixo de nevoeiro cerrado. Na planície nunca estive tão acompanhado de milhafres e gaivotas a subirem por todos os lados…e que calças levei!

É frustrante vê-los subir até às nuvens – as mais altas – e nós nem perto. Parece fácil…para eles!

Assim se desenrolou o voo até ao Pico do Sapateiro. Depois a brisa começou a exercer o seu poder de W/NW e fiz meia-volta.

Depois de 2 horas e cheio de sede fui aterrar junto ao meu carro (geotermia).

Em “Dia de Petas” não sei se vão acreditar no meu relato, e nem mesmo as fotos os vão convencer…mas tenho o vídeo completo.

Ficha de voo

Duração - 2:01:11

Veloc. máx. – 52km/h

Subida máx. -2.0

Descida - -2.5

Altura máx. – 729m

Distância – 6.992m

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Estivemos no Monte Verde a empatar tempo para que chegassem as 19:00h (hora do fecho oficial das praias em época estival), visto não podermos sobrevoar as praias vigiadas. Como não uso relógio, quando vi os nadadores-salvadores desmontarem o "estaminé", dispus a minha asa no passadiço de acesso ao areal e descolei dali. Logo vieram o segurança e um dos nadadores-salvadores gritar comigo que não podia voar. Claro que lhes respondi com muita "delicadeza e simpatia" que (admiração) chamaram a polícia-marítima. Entretanto voámos na descontracção até ao Morro de Sant'Ana. Quando o Alfred ia finalmente descolar chegou a autoridade...e claro fui logo aterrar mais o JAntónio para ver o que se passava. Foi discussão da brava! Claro! Quando sou acusado pelo segurança da praia que vou para lá voar "...Para ver as femas!"...Está tudo dito! Não houve violência física...por um triz...Depois fomos arrefecer os ânimos com umas frescas.

NOTA: as escolas de surf micaelenses têm uma autorização especial da Câmara Municipal de Ribeira Grande, para o uso do areal de Stª Bárbara. Talvez seja chegada a altura para o CASM solicitar as mesmas benesses?

Porque senão bem podemos esquecer o voo nesta praia. Só o poderemos efectuar durante o inverno. Creio que poderemos muito bem ficar beneficiados se a municipalidade nos autorizar a voar durante o verão...nem que para tal tenhamos que sobrevoar só a metade da praia não vigiada e o morro.

Data: 01 Setembro 2011

Local: Praia de Stª Bárbara

Pilotos: Alfred, JB, JA, Urs Willaredt, Arnaldo

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