...foi a expressão utilizada pelo "nosso" Adal após ter aterrado em Ponta Garça no Sábado passado, referindo-se ao facto de considerar que sozinho seria mais difícil realizar o voo que tinha acabado de fazer.15 Km para todos os 10 pilotos do CASM, para muitos um novo recorde pessoal!
Todos de parabéns.
O dia esteve perfeito para esta rota, mantendo-se um vento Sul ligeiramente Sudeste durante toda a tarde, que deu para toda a gente se passear pela costa à vontade. Muitas fotos, muitos sorrisos e algumas memórias que serão certamente difíceis de esquecer. Pessoalmente, achei incrível ver tantas asas passar ao mesmo tempo para a Ribeira Quente, se fossem navios seriam uma verdadeira Armada! Espectaculares também as imagens da passagem para a Ponta Garça, com o Sol já mais baixo e com um tecto que deixou criar uns Espectros.
Abaixo algumas das imagens da galeria desta notícia:
Qualquer Parapentista que não tenha ouvido falar na Coupe Icare é, provavelmente, uma excepção à regra. É um mega evento com direito a visita de milhares de pessoas e com tantas actividades que é praticamente impossível fazer e ver tudo, durante os dias do Festival.
O projecto que planeamos implicou desenvolver ideias para um stand, um filme sobre os Açores e o parapente, e a utilização de autocolantes em asas com o endereço web da ATA. Sem prejuízo de uma apresentação formal dos resultados a todos os associados, abaixo ficam algumas (das centenas de) fotos que ilustram um pouco do que é a Coupe Icare duas ou três notas pessoais.
Não vou exagerar dizendo que Saint Hilaire é um local espectacular para voar; não é. Lá que é emblemático, isso é, mas dizer que é um sítio para se fazer grandes voos, já não vou tão longe. Para quem não gosta de multidões no ar, nem vale a pena levar asa, a não ser para voar na vizinhança. O ambiente, contudo, é espectacular e a sensação de descolar daquele tapete verde da descolagem Sul é inesquecível... mesmo que para isso tenhamos que ouvir um briefing de uns senhores que nos obrigam a saber todas as áreas proibidas e restrições (dão-nos um autocolante e tudo).
O Pedro a descolar na descolagem Sul
O iCarnaval tem um nome verdadeiramente apropriado. Perante uma multidão de máquinas fotográficas e olhares que não conseguem disfarçar espanto, dezenas de equipas, mais ou menos dementes, lançam-se para o ar com fantasias que por vezes não abonam muito em favor da segurança.
O ICarnaval. E... sim, aquilo são pilotos vestidos de ovelhas:)
Pessoalmente, e para além do facto de ser um local fantástico para promover o parapente nos Açores, penso que o que nos marca é realmente a possibilidade de estar com os amigos num ambiente em que o nosso desporto tem tanta visibilidade. Essa é aliás para mim a lembrança que trago de França e da viagem que fiz depois à Suiça. Enfim, o espírito que queremos manter com o nosso Festival, mas em ponto (muuuiito) mais pequenino:).
Annecy, considerada a Veneza dos Alpes, não é um destino qualquer. Mesmo sem falar em parapente, para mim ficará na lista dos melhores locais de França. A viagem, que antes de tudo foi um passeio fantástico com amigos, correu lindamente, com direito a alguns voos bastante bonitos sobre o Lago de Annecy.
Para quem não se recorda ou não ficou a saber, esta viagem aconteceu em larga medida pelo facto de a menina Raquel Moniz se ter lembrado de me oferecer a estadia para a Coupe Icare (próxima Notícia). Num piscar de olhos, e com grande organização, juntou-se um grupo com a Cristina, a Sara, o Pedro e o Adal. Alugamos um Furgão, arranjamos um apartamento e lá fomos, ouvindo o som da voz da Amália no GPS: "saia na saída"; "mantenha-se na faixa da esquerda" e "chegou ao seu destino"...
A localidade fica situada na Região Rhone-Alps, muito próxima de Genebra (Lyon fica a mais ou menos uma hora de carro) e tem uma zona histórica muito interessante, com alguns canais e pequenas ruelas que realmente fazem lembrar um pouco Veneza.
A comida típica da região envolve muitas coisas que têm nomes acabados em "ette": Raquelette, Tartiflette, Trotinette, Roquette, etc... que, para mim, significavam geralmente uma coisa: queijo; muito queijo derretido ou de outra maneira qualquer.
No que diz respeito ao Parapente... hum, não é fácil. As descolagens são muito desagradáveis; cheias de calhaus... que saudades de Mirandela. Poucas pessoas no ar, fazem-nos sentir sozinhos, pelo que é o local ideal para a Raquel voar tranquilamente e as aterragens são exíguas... só para pilotos de competição com muitíssima experiência... :)
A descolagem de Col de la Forclaz
Pois é, se as nossas asas precisassem de bateria, motor de arranque ou velas, haveria quem não tirasse os pés do chão. Ainda bem que se trata de voo livre!
À parte de termos que empurrar a viatura de um piloto mais descuidado com a manutenção, e de ter feito o primeiro voo com a minha Artik3, da Niviuk, nada de novo. As condições na Serra Gorda apresentavam-se boas para um dinâmico calmo, ideal para o test-drive.
E, tendo tido direito a ida à nuvem e a vários top-landings, foi um belo batismo.
Data: Sábado dia 21
Locais: Ceará; Barrosa N
Pilotos (Ceará): PPerpétuo, BMoniz, BBruno, APires, Adal, MJorge, Henrique, JB+Vanessa (produtora espanhola programa XtremeXperience - Canal+)
Pilotos (Barrosa): Suiços, JAntónio, PPerpétuo, BMoniz, BBruno, Adal, MJorge, Henrique, JB+prima Henrique, Raquel, Sara, MÁspera
As previsões voltaram a acertar e São Pedro voltou a mandar bom tempo. Talvez o melhor dia da semana.
Enquanto alguns dos pilotos locais foram experimentar de manhã a Ceará com pouco sucesso, levei o grupo para a Lagoa do Fogo. Céu azul, teto a 1.200 e descolagem com ciclos térmicos contínuos e fracos de NO. No céu um “tsunami” de convidativos pequenos cúmulos que prometiam um grande dia de voo. Fiz o habitual “briefing” e depois conforme habitual a malta muito disciplinada preparava as asas fora da descolagem e colocavam-se um fila indiana aguardando calmamente a sua vez para a descolagem. Tal e qual como fazemos…! Assim que começaram a descolar foi um tal “manjar” de térmica. No entretanto os nossos companheiros começaram a chegar (JBrum, José António, PPerpétuo, Miguel Aspera, MJorge, Bruninho, Alcino, Miguel Cabral, Bruno, Henrique) que da aterragem oficial ao verem o nosso JAntónio a entrar na nuvem nos 1200m foi um tal ligar o turbo pela rua acima...
Uma atenção especial para o voo do Bruno Moniz que incentivado pelo JBrum via rádio seguiu as enroladelas do Perpétuo na sua linda asa até á nuvem. Muito bem. O Bruninho também fez uma descolagem digna de se ver com muita atitude mostrando como se faz a quem tinha mais dificuldades em lidar com o controlo das asas entre a brisa térmica e as armadilhas do terreno. O JBrum fez um voo de bilugar com uma moça familiar do Henrique trazendo-lhe um sorriso que o namorado na aterragem nunca tinha visto…o que será que se passou no ar?...
A brincar conseguimos ter nesta tarde na Lagoa do Fogo tão somente 40 pilotos. Mais um recorde extra festival.
Pelas 17:30 a maior parte dos nossos companheiros lá foram para suas casas e eu como havia prometido lá fui para as 7 Cidades acompanhado apenas pelo Miguel Cabral e pelo Alcino que voaram mais uma vez naquele local paradisíaco quase 2 horas (recorde). O Alcino até conseguiu fazer top landing para trazer o Jeep. BOA. Mais uma vez tivemos cerca de 30 asas no ar neste local. Eu fiz um voo de bi-lugar com uma amiga como prenda de aniversário. Os Instrutores auxiliares Sérgio e David fizeram Bi-Lugares com uma companheira do grupo, e o Instrutor principal Marckus, fez uma adaptação com vários mosquetões á boa maneira do “Macgeiver” na pequena sellete do filho de 7 anos e fez um voo quase acrobático onde se ouvia os gritos de prazer do pequeno parapentista a incentivar o pai a puxar cada vez mais pelos Wing Overs á moda do Armando. A aterragem mais uma vez á beira da espelhada lagoa azul num misto de silêncio, do coaxar das rãs, dos sorrisos e a algazarra da malta extasiada a curtir o seu último voo em GRANDE. Aqui uma palavra de apreço e amizade o grupo que me convidou para ajudar como guia local e para todos os amigos do grupo que com certeza irão ler estes artigos e daqui em diante com certeza visitar regularmente a página do clube. Também um agradecimento pela forma disciplinada, responsável e sempre respeitadora pelas regras locais, fruto do trabalho do Clube e dos pilotos locais ao longo dos anos.
Piloten wie Sie sind immer willkommen!
Em nome do Clube obrigado.
Data: 29 Abril 2012
Local: Valados
Pilotos avoadores: Ric, raquel, MJorge, Henrique, ASilva, BMoniz, JBrum, JAntónio, PPerpétuo, PPreto, Adal
Visitas: PLuís & Sara
Dia de térmica bem mexidinha nos Valados, tecto a 1200 mts, frio e algum vento norte.
Primeiro voo com passeios até São Brás e toplanding para recuperar o fôlego. O Zé António foi aterrar à geotermia.
Segundo voo, eu o Perpétuo, Henrique e João subimos bem. O Pedro e o João seguiram e foram aterrar à zona das "Soluções M". O PPreto saiu para distância para oeste, aterrarndo pelas Caldeiras da R. Grande. Eu e o Henrique estivémos muito baixos mas recuperámos até à nuvem. Segui para oeste, fiz 1300 mts a seguir à geotermia e continuei. Embora estivesse tudo à sombra, havia alguma confluência, por vezes com núcleos fortes. Passei pelos "Pastinhos", a ideia era chegar às 7 Cidades, mas lá parecia que chovia um pouco. Apesar do tecto alto já não conseguia passar dos 900 mts e derivei para a Serra Gorda, que passei pelo norte por mais uns 2 kms. Vendo que não parecia dar para continuar muito mais, voltei atrás e aterrei na oficial da S. Gorda, depois de uma bela voaça de 25 kms.
Muito obrigado à Sara pela recolha.
O aspecto mais positivo deste voo foi o número recorde de pilotos presentes – 17.
Também positivo foi o facto de pela primeira vez (que eu tenha conhecimento!) se ter juntado quase todos os alunos do curso de 2011 (faltou 1).
Observando o voo da bilugar pilotada pelo Ric (o primeiro a descolar) logo vimos que ia ser dia de marrecanço geral. Ainda antes das “amburguesas+cerveja”, houve quem repetisse a dose de planeio rasante.
Há que agradecer à “directora da torre de controle” pelas instruções dadas via rádio aos novos pilotos do CASM na zona de aterragem…se bem que forçada! Temos que adquirir uns óculos antifog para a dita Senhora. Tenho a impressão que o embaciamento das lentes se deveu à emanação da actividade vulcânica da vila das Furnas, as Caldeiras ficam mesmo ali…digo eu!
Data: 08 Janeiro 2012
Local: Salto do Cavalo
Pilotos: Ric+Telma & Aura, Verónica, Sara, Raquel, Benj, Arnaldo, AlbertoP, BBruno, JAntónio, Henrique, DuarteM, RuiM, PLuís, PPerpétuo, MCabral, Adal e ASilva
Meteo: sem vento e brisa muito fraca de sueste a caravana rumou às Furnas. Devido à direcção do pouco vento, utilizamos a descolagem situada mais a oeste do planalto do Salto do Cavalo.
Data: 14 Abril 2012
Local: Pastinhos
Pilotos: PLuís, Ric, Benj, Henrique, BBruno, Raquel, BMoniz, MJorge, PJerónimo, Adal, JBrum
Não aprendem?
P. Quem?
R. Alguns dos nossos pilotos.
P. O quê?
R. O voo nos “Pastinhos”…principalmente a descolagem em dias de vento fraco.
Tenho a certeza que o “problema” é mais complexo. Creio que simplesmente não fazem uma leitura correcta das condições do local, antes de tirarem os pés do chão…e é tão simples! Basta olharem para os outros pilotos que já se encontram no ar, observar as nuvens e os nossos aliados milhafres, e saber de que quadrante sopra o vento.
Para descolar com vento fraco:
1. Subir ao “bico” do monte = mais alto = mais hipóteses de entrar na dinâmica.
2. Não tenham pressa em levantar voo! Inflem a asa e depois de controlada (sobre a cabeça) tentem subir um pouco mais a encosta, tomem balanço, aqueles 2 a 3m de impulso às vezes são a diferença entre conseguir safar-se em voo e um marrecanço ESPECTACULAR!
3. Não se preocupem logo à saída com o sentar “bem” na selete. Só o deverão fazer quando a “sobrevivência” estiver garantida.
4. Sem vento…espera-se pela entrada do ciclo para descolar. O timming é precioso. E isto é quando o vento/brisa acelera montanha acima, quer pela influência de alguma térmica ou rajada. Muitas vezes basta ir em frente, sempre dentro da linha de ascensão e depois cortar para a direita, se e quando estivermos mais perto do bico do Pico Alto.
5. Atenção aos rotores e zona negativa proporcionados pelas árvores que dividem este monte das pastagens. Se ficarmos baixo é preferível passar pela frente do arvoredo e aí tentar a dinâmica criada pelas criptomérias e plátanos.
6. Se (como hoje e diga-se de passagem – quase sempre!) a brisa vem da esquerda deve-se (na descolagem) apertar a curva para aquele lado. Isto é o ABC da modalidade…Todas as encostas viradas a noroeste terão sempre maior ascendência. Quando viramos à direita, ganhamos velocidade, mas perdemos altura.
7. Os pilotos mais experientes estão a subir fora da dinâmica, então porque não ir atrás deles? Porque razão insistem em ficar colados aos pequenos montes?
8. Aparecem nuvens sobre as pastagens a norte. Não é um milagre! A brisa marítima fria entra terra dentro e vai aquecendo na sua “caminhada” até aos “Pastinhos”. Logo deve-se subir onde elas se formam…e os milhafres estão lá a apontar os locais de subida (assim como alguns de nós).
Ninguém liga…e depois aparecem as desculpas esfarrapadas: “A tua asa sobe para caraças! Esta tua asa tem uma finesse! Não há vento!” Pois Zé Maria!
Aventurem-se! Não tenham medo de “marrecar” fora da montanha…sempre é melhor do que o fazer em linha directa descolagem/pastagem oficial.
Desliguem o chip cerebral que Vos envia em direcção à “aterragem oficial”.
Bem hajam e Bons Voos
Ponto de encontro: Pastinhos – vento lateral…toca a ir até à “Catedral”.
Lá no cimo verificamos que o vento era fraco, mas como tínhamos passageiros com “vouchers” ainda do 17º Festival…toca a descolar! Depois do Ric, os restantes pilotos (já que estavam lá no alto) resolveram que uma “marreca” é sempre melhor do que descer o monte a pé ou de jipe.
Depois…bem depois alguém alvitrou: “Deve estar bom nas Sete Cidades!”
Toca a reunir as tropas e larga! Almoço “muito volante & apressado” na bomba de combustível do cruzamento Arribanas/Empadadas/Covoada/Feteiras.
Pilotos: Benj, Ric, PPreto, Armando, JB, JA, Henrique, Arnaldo+Daniel e em estreia absoluta, o Miguel Cabral.
Nas cumeeiras da bonita lagoa o nevoeiro espreitava, mas o vento parecia de boa intensidade se bem que um pouco de norte. O Benj foi o piloto de teste…e aguentou-se acima das ravinas. Deu para todo o mundo ficar cerca de uma hora percorrendo as encostas verdejantes da cratera.
Obrigado à Verónica pela recolha.
Data: 10 dezembro 2011
Local: Serra Gorda & Sete Cidades
Pilotos: Armando+Iolanda, JB+João, Ric, Raquel, BMoniz, Benj, Henrique, Adal, PPreto, Arnaldo+Daniel, JA, MCabral
JB+João
Depois deste voo, o Miguel (um dos novos Pilotos do CASM) enviou-nos um texto para publicar aqui na página. Agradecemos a tua contribuição e... já agora, cá fica o vídeo da música. Bons Voos!
H.S.
Tenho saudades de momentos … Que nunca mais vou encontrar
Estou a ouvir João Pedro Pais.
É um artista consagrado no panorama musical português, é uma referência impar com um registo inconfundível. Tornou-se uma marca de sucesso, pois todos os seus trabalhos se tornaram sucessivos sucessos.
Estou a ouvir João Pedro Pais, neste seu último registo que tem por nome “O Coliseu”, palco ambicionado por todo o artista português.Foi a melodia de “ninguém é de ninguém” que me transportou para o “Coliseu” das Sete Cidades. Provavelmente esta é uma canção dedicada ao encanto de um lindo amor, todavia a mim, só me fez lembrar um momento de que já tenho saudades e como diz a canção, talvez nunca mais vou encontrar. O meu primeiro voo na encosta da Lagoa das Sete Cidade no dia 10 do corrente mês de Dezembro.
Embora reconheça que a meteorologia não estava favorável para um iniciante à arte de pilotar uma asa de parapente, como eu, visto que o nevoeiro estava muito presente e muito baixo e para quem ainda não experimentou a técnica das “orelhas”, poderia provocar outro tipo de recordação, todavia a compensação foi sublime, com uma mistura de sentimentos indescritíveis, talvez algum medo (porque não dizê-lo), talvez o resultado de muita adrenalina, ou talvez apenas o desconforto de não ter a cadeira bem ajustada. Enfim, uma sensação para recordar para a vida, tal como um grande amor. Nem o facto da aterragem não ter sido tão bem conseguida, apaga as sensações sentidas. É naturalmente um processo de aprendizagem evolutivo. Na próxima será concerteza melhor.
Agradeço a coragem que o Armando me ofereceu. Incentivou-me a voar, pois alguma vez teria que ser a primeira e já nessa manhã tinha realizado uma marreca na Serra Gorda. Se não fosses ele talvez nunca tivesse experimentado aquelas sensações, isto porque acredito que todos os voos são diferentes, pois se assim não fosse, não valia o esforço de inflar novamente a asa. Arnaldo, aquele bilugar fica para uma próxima oportunidade.
Irei concerteza voltar a percorrer todo aquele palco magnífico, ouvir a melodia da lagoa e das suas encostas, observar o verde das copas das árvores, sentir o vento a esmurrar a minha face para despertar todos os meus sentido. Enfim, irei percorrer aquele e outros locais desta magnifica ilha, locais em que eu concerteza irei querer voltar e VOAR.
Obrigado a todos pelo apoio. Obrigado pela oportunidade.
Povoação, 16 de Dezembro de 2011-12-16





