Depois de recolhermos o Hugo, resolvemos experimentar a Senhora da Paz – o fumo de algumas fogueiras subia languidamente as encostas do monte. Os milhafres e as gaivotas subiam em doces espirais até às nuvens espalhadas pelo micro clima da Vila Franca. Mais para trás e mais alto, o Pico da Cruz, apresentava-se coberto por nuvens mais escuras. E foi nas bolhas de ar quente provenientes das ditas fogueiras que alguns privilegiados (eu+Hugo) atingiram as massas nebulosas…o Ric bem que se esforçou mas o “gaz” não lhe levou muito acima das encostas arborizadas. Por falar em árvores e restante vegetação, o título desta Notícia é todo ele dedicado ao nosso Tiago (não tens aparecido aos treinos…depois o resultado está à vista!).
A Raquel foi directa à aterragem antiga. Do restante grupo voador ainda realce para os “exploradores” Benj, Sara e Henrique, que “descobriram” uma nova aterragem e para o Alberto, que depois de “pôr a asa a rezar” sobre o muro da ermida desistiu do voo.
Benditas as “frescas” da marina…






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doces espirais...
ah poeta!
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