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...foi a expressão utilizada pelo "nosso" Adal após ter aterrado em Ponta Garça no Sábado passado, referindo-se ao facto de considerar que sozinho seria mais difícil realizar o voo que tinha acabado de fazer.15 Km para todos os 10 pilotos do CASM, para muitos um novo recorde pessoal!

Todos de parabéns.

O dia esteve perfeito para esta rota, mantendo-se um vento Sul ligeiramente Sudeste durante toda a tarde, que deu para toda a gente se passear pela costa à vontade. Muitas fotos, muitos sorrisos e algumas memórias que serão certamente difíceis de esquecer. Pessoalmente, achei incrível ver tantas asas passar ao mesmo tempo para a Ribeira Quente, se fossem navios seriam uma verdadeira Armada! Espectaculares também as imagens da passagem para a Ponta Garça, com o Sol já mais baixo e com um tecto que deixou criar uns Espectros.

Abaixo algumas das imagens da galeria desta notícia:

Nem pintado de cor-de-rosa
Ricardo... aqui literalmente "para a Fotografia"

 

Nem pintado de cor-de-rosa
Entre a Povoação e a Ribeira Quente
Nem pintado de cor-de-rosa
Perpétuo
Nem pintado de cor-de-rosa
Passagem para a Ponta Garça
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Com algum desenvolvimento vertical e o Sol a aquecer zonas do vale, era de esperar um voo "movimentado", mas nem era preciso tanto!
O Ric afirmou que em nenhuma das provas do Campeonato Nacional de 2011, foi preciso segurar a asa como o fez neste voo...e eu que o diga! As duas primeiras passageiras não tinham peso suficiente para "encher" de pressão a Scenic2. Foi um tal de segurar o "Tcham". Até meti a mão no manípulo do para-quedas...só para verificar onde estava! Não se disse nada às miúdas...Para elas a coisa estava "Maravilhosa!"
O Ric e o Benj foram até ao princípio dos Graminhais e logo entraram na nuvem, que por sinal puxava bem - o "Mister Cloud" avisou o Benj para fugir daquele local!!!...e logo aparecia de novo sobrevoando as Furnas. Tentou passar o Castelo Branco...mas uma vez mais a fortaleza levou a melhor. Foi para a oficial.
Fiz top-landing com todas as 3 espanholitas (ou melhor, uma basca e 2 catalãns, porque espanhóis não conheço!). O Benj também aterrou na descolagem.
Creio que os "nossos" ainda foram para as frescas...

Data: 25 janeiro 2012
Local: Salto do Cavalo SW
Pilotos: Ric, Benj, JB+Gloria, Maite, Anna

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...a voar.

2011 fora e 2012 já a voar. O pessoal não dá hipótese. A ver se este é um bom ano de voos... Ainda passei pelos Pastinhos, mas acabei apenas tirando algumas fotos. O vento estava um pouco da esquerda e era preciso subir até bem perto do topo do monte para não arriscar uma marreca. Mesmo assim, o Henrique acho que bisou... :-)

Mais tarde ainda houve quem fosse à Serra Gorda onde a Verónica também teve a oportunidade de descolar.

Aguardam-se mais comentários.

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Haverá certamente dias em que nos apetece voar... e nada mais. E nada mais haverá que dizer. Porque o Parapente pode ser definido apenas nessa palavra, nada mais se exige. Enquanto Clube, no entanto, temos a responsabilidade e o dever de criar as melhores condições possíveis para o desenvolvimento da nossa modalidade. Assim, com esta ideia em mente, o CASM apresentou à Associação de Turismo dos Açores (ATA) um projecto de promoção dos Açores, enquanto destino turístico, e do parapente em particular. Fomos subsequentemente apoiados pela Direcção Regional do Turismo para levar a nossa Terra e o nosso Desporto ao maior Evento de voo livre do mundo! Desta vez, felizmente, não foi preciso pedir meio metro quadrado de stand emprestado aos nossos amigos da Flymaster... bom sinal. Sinal de que aquilo em que acreditamos desta vez passou para quem decide.

 38ª Coupe IcareO nosso Stand na Icare EXPO

Qualquer Parapentista que não tenha ouvido falar na Coupe Icare é, provavelmente, uma excepção à regra. É um mega evento com direito a visita de milhares de pessoas e com tantas actividades que é praticamente impossível fazer e ver tudo, durante os dias do Festival.

O projecto que planeamos implicou desenvolver ideias para um stand, um filme sobre os Açores e o parapente, e a utilização de autocolantes em asas com o endereço web da ATA. Sem prejuízo de uma apresentação formal dos resultados a todos os associados, abaixo ficam algumas (das centenas de) fotos que ilustram um pouco do que é a Coupe Icare duas ou três notas pessoais.

Não vou exagerar dizendo que Saint Hilaire é um local espectacular para voar; não é. Lá que é emblemático, isso é, mas dizer que é um sítio para se fazer grandes voos, já não vou tão longe. Para quem não gosta de multidões no ar, nem vale a pena levar asa, a não ser para voar na vizinhança. O ambiente, contudo, é espectacular e a sensação de descolar daquele tapete verde da descolagem Sul é inesquecível... mesmo que para isso tenhamos que ouvir um briefing de uns senhores que nos obrigam a saber todas as áreas proibidas e restrições (dão-nos um autocolante e tudo).

38ª Coupe Icare

O Pedro a descolar na descolagem Sul

O iCarnaval tem um nome verdadeiramente apropriado. Perante uma multidão de máquinas fotográficas e olhares que não conseguem disfarçar espanto, dezenas de equipas, mais ou menos dementes, lançam-se para o ar com fantasias que por vezes não abonam muito em favor da segurança.

38ª Coupe Icare

O ICarnaval. E... sim, aquilo são pilotos vestidos de ovelhas:)

Pessoalmente, e para além do facto de ser um local fantástico para promover o parapente nos Açores, penso que o que nos marca é realmente a possibilidade de estar com os amigos num ambiente em que o nosso desporto tem tanta visibilidade. Essa é aliás para mim a lembrança que trago de França e da viagem que fiz depois à Suiça. Enfim, o espírito que queremos manter com o nosso Festival, mas em ponto (muuuiito) mais pequenino:).

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Piloto: JB+Rui+Sofi (Suécia)+Zofia (Finlândia)

O dia de carreira começou nos Pastinhos. O Sol brilhava e com o vento norte já a soprar as condições foram tornando-se mais fortes...mesmo para a bilugar!

Quando alguns membros do agrupamento de escuteiros de Stº António chegaram já estava vento a mais, então resolvemos ir comer um bom frango a São Vicente, e após o almoço deslocamos " a excursão" para a Maia.

 

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Basta olhar com alguma atenção para as fotos da preparação de descolagem da Raquel para se verificar que a força do vento estava em sintonia total com o WindGuru: vento de SW na casa dos 30km/h…e o Ricardo já tinha dito que possivelmente teríamos uma hipótese única de voar: Vila Franca e o seu famoso micro-clima…e mesmo assim numa “janela entreaberta & curta”.

Até a asa da supra citada inginheira quis voar sozinha…e a dona agarrada à selete, atrás dela gritando: ”O que é que eu faço?”. Momento hilariante! Vejam a foto.

Reparem no número de “âncoras” sobre a asa da Raquel. Eram todos candidatos a baptismos de voo (alguns ainda com vouchers do 17º Festival…ficaram no chão). Levantei voo com a primeira – e única - passageira (Laura), porque entre os presentes seria (talvez) a mais pesada, e assim fui testar as condições. Estavam fortes e a previsão era de aumentar ainda mais. Passeamos pelas encostas sobranceiras à Vila e quando enrolei a primeira térmica a passageira enjoou. Toca a tirar-lhe o capacete (para arejar as ideias) e a voar suavemente e em linha recta para a praia…ali não teria que fazer muita manobra para perder altura, pois sabemos que sobre o mar o vento é laminar.

Os restantes entre a aterragem do "odioso" e top-landings lá finalizaram o seu dia...fechado com as cervejolas do costume na Marina.

Pilotos: Ric, JB+Laura, Raquel, APimentel, Henrique, Adal, MJorge, Benj

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Previsão de sul fraco e tecto alto=tentativa de chegar ao Pico da Vara! Assim foi, o João e o Miguel ficaram pelo vale das Furnas, eu e o Hugo tentámos o cross para chegar ao Evareste de São Miguel. Até ao Salto do Cavalo (miradoiro) subia-se muito bem, mas ganhar mais altura para atravessar para os Graminhais estava difícil. Sem sol a térmica era pouca e o vento ia ficando mais fraco. Com 900 mts partimos e percorremos os Graminhais em sobrevivência, pouco subindo da linha da cumeeira. Ainda enrolámos umas bolhitas com deriva para as eólicas, naquela será que dá? Dá! Depois de muito insistirmos, apanhámos uma bolha que nos levou quase aos 1000 mts antes da última concha que leva ao topo da montanha. Seguimos mas não havia consistência nenhuma, ora parecia que estávamos meio a sotavento ora subíamos qualquer coisa e, a uns 500 mts do cume, abandonámos o projecto e dirigimo-nos às encostas viradas a oeste, à esquerda da Povoação, que entretanto tinham algum sol. Já só deu para ir andando até aterrarmos junto à estrada para o Faial da Terra.

Mais uma vez, o Pico da Vara a fazer-se difícil, não se deixa conquistar sem mais nem menos. Bom, nunca tinha estado tão perto, fica para a próxima...De qualquer modo foi um voo fantástico, a paisagem é grandiosa.

Um muito obrigado ao Miguel Cabral pela recolha até ao Salto do Cavalo.

Data: 09 Fevereiro 2012

Local: Salto da Cavalo
Pilotos: JB+Pedro, Hugo, Miguel Áspera, Ric

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São 21:54 neste momento e, embora esteja quase certo da resposta à pergunta que dá título a esta notícia, não posso afirmar se o Ricardo ainda está no ar ou não.

Que ele voa de noite já temos provas disso (para quem não acredita basta ver a notícia apropriadamente intitulada "Voo Noturno").

Que ele faz voos de 6 (!) horas também já todos sabemos disso (ou não tivesse ficado para a história o épico voo Furnas-QuasePicoDaVara-Pastinhos).

De modo que, não posso garantir, caro leitor ou leitora, que à hora que escrevo estas linhas o meu amigo Ricardo ainda não esteja em voo. Salvaguarde-se, portanto: corro o risco de me estar a adiantar numa crónica que não fará completamente justiça ao seu voo, ainda assim...prossigo.

O dia estava (não... não direi de record) de distância. NW com a intensidade certa para o nosso Ceará. "Quanto mais longe melhor" já me zumbiam aos ouvidos a caminho da descolagem... Ora bem, descolou o João e nunca mais o vi. Quer dizer: ainda o vi por cima de mim, porque descolei logo que detectei que tinha engatado 2ª numa térmica. Térmica essa que o levaria a altura suficiente para se mandar direto para a descolagem das Sete Cidades! Sim, leu bem, cara leitora (ou leitor) Di-re(c)to. E há fotos à escolha para comprovar. Um luxo. De modo que esta parte da história está contada: " 'té manhã se Deus quiser... não esperem por mim que vou na direção da Serra Gorda ".

Ainda estás voando?
JB em rota Di-re(c)ta para Este

 

Eu, o Pedro Para Sempre e o Ricardo andamos  um bocado "aos papéis" (pelo menos foi o que me pareceu) até que o Pedro lá se orientou no canhão dos Mosteiros e mandou-se para o João Bom a ver se seguia para a tão procurada distância.O Ricardo e eu lá nos safamos exatamente do mesmo modo só que fomos derivando para a descolagem das Sete Cidades. Aí subimos novamente até à nuvem e partimos para a maldita Sombra da zona dos Pastinhos.

O Pedro acabou por aterrar lá para os lados do Noroeste da ilha, eu nos Pastinhos e o João na Serra Gorda. O Ricardo... como disse, a última vez que falei com ele ainda voava (atendeu o telemóvel em voo) junto aos Pastinhos, de modo que termino como comecei: são neste momento 22:13, Ricardo, ainda estás voando?

PS: obrigado ao Tiago que serviu de condutor:)

Ainda estás voando?
Ric nos Pastinhos

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Annecy, considerada a Veneza dos Alpes, não é um destino qualquer. Mesmo sem falar em parapente, para mim ficará na lista dos melhores locais de França. A viagem, que antes de tudo foi um passeio fantástico com amigos, correu lindamente, com direito a alguns voos bastante bonitos sobre o Lago de Annecy.

Annecy 2011
Nem para tirar uma fotografia... O Grupo na aterragem oficial (no dia em que o Zé, a Manuela, a Tucha e o JB vieram ter connosco)

Para quem não se recorda ou não ficou a saber, esta viagem aconteceu em larga medida pelo facto de a menina Raquel Moniz se ter lembrado de me oferecer a estadia para a Coupe Icare (próxima Notícia). Num piscar de olhos, e com grande organização, juntou-se um grupo com a Cristina, a Sara, o Pedro e o Adal. Alugamos um Furgão, arranjamos um apartamento e lá fomos, ouvindo o som da voz da Amália no GPS: "saia na saída"; "mantenha-se na faixa da esquerda" e "chegou ao seu destino"...

A localidade fica situada na Região Rhone-Alps, muito próxima de Genebra (Lyon fica a mais ou menos uma hora de carro) e tem uma zona histórica muito interessante, com alguns canais e pequenas ruelas que realmente fazem lembrar um pouco Veneza.

Annecy 2011Las meninas

A comida típica da região envolve muitas coisas que têm nomes acabados em "ette": Raquelette, Tartiflette, Trotinette, Roquette, etc... que, para mim, significavam geralmente uma coisa: queijo; muito queijo derretido ou de outra maneira qualquer.

No que diz respeito ao Parapente... hum, não é fácil. As descolagens são muito desagradáveis; cheias de calhaus... que saudades de Mirandela. Poucas pessoas no ar, fazem-nos sentir sozinhos, pelo que é o local ideal para a Raquel voar tranquilamente e as aterragens são exíguas... só para pilotos de competição com muitíssima experiência... :)

Annecy 2011

A descolagem de Col de la Forclaz

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Data: 17 Abril 2012

Local: Pastinhos

Concretizaram-se as previsões meteorológicas: vento fraco de manhã NE rodando para N e aumentando ao longo do dia.

O dia começou nos “Pastinhos” do Bruninho pelas 9:00. Os nossos amigos helvéticos puderam verificar na prática a complexidade técnica e interessante deste local. Aprenderam coisas que para nós já são mais que comuns mas vistas por pilotos que não estão habituados podemos analisar como este é um belo sitio para treinar algumas técnicas e conhecimentos como por exemplo:

1. Subir com a asa na diagonal desde o sopé até ao ponto de descolagem a meia montanha;

2. Perceber e temporizar os ciclos térmicos para saber qual a altura certa para descolar dentro do ciclo;

3. Controlar a asa descolando para NO devido ao efeito de “venturi” entre as duas montanhas e voar depois com vento NE;

4. Saber “lamber” bem ás arvores do monte pequeno até estar preparado para o monte grande, entre outras.

E foi isto que aconteceu praticamente toda a manhã até entrar o previsível sol fazendo descer a humidade de 85% para 72% ao longo de toda a tarde e elevando o tecto para cerca dos 1000m. Resultado: subia-se por todo o lado e durante toda a tarde toda a minha gente voou. Entre o grupo de suiços apareceu um casal francês (pai+filha) a voar de Bilugar e alguns pilotos locais entre eles o João Brum, Sara, Mario Jorge, Arnaldo, Pedro Perpétuo e Ricardo. Ainda visitaram o local o JAntónio, a Verónica e o João Alves (este voou de paramotor no final do dia).

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