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...foi a expressão utilizada pelo "nosso" Adal após ter aterrado em Ponta Garça no Sábado passado, referindo-se ao facto de considerar que sozinho seria mais difícil realizar o voo que tinha acabado de fazer.15 Km para todos os 10 pilotos do CASM, para muitos um novo recorde pessoal!

Todos de parabéns.

O dia esteve perfeito para esta rota, mantendo-se um vento Sul ligeiramente Sudeste durante toda a tarde, que deu para toda a gente se passear pela costa à vontade. Muitas fotos, muitos sorrisos e algumas memórias que serão certamente difíceis de esquecer. Pessoalmente, achei incrível ver tantas asas passar ao mesmo tempo para a Ribeira Quente, se fossem navios seriam uma verdadeira Armada! Espectaculares também as imagens da passagem para a Ponta Garça, com o Sol já mais baixo e com um tecto que deixou criar uns Espectros.

Abaixo algumas das imagens da galeria desta notícia:

Nem pintado de cor-de-rosa
Ricardo... aqui literalmente "para a Fotografia"

 

Nem pintado de cor-de-rosa
Entre a Povoação e a Ribeira Quente
Nem pintado de cor-de-rosa
Perpétuo
Nem pintado de cor-de-rosa
Passagem para a Ponta Garça
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Pois é, se as nossas asas precisassem de bateria, motor de arranque ou velas, haveria quem não tirasse os pés do chão. Ainda bem que se trata de voo livre!

À parte de termos que empurrar a viatura de um piloto mais descuidado com a manutenção, e de ter feito o primeiro voo com a minha Artik3, da Niviuk, nada de novo. As condições na Serra Gorda apresentavam-se boas para um dinâmico calmo, ideal para o test-drive.

E, tendo tido direito a ida à nuvem e a vários top-landings, foi um belo batismo.

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Data: Sábado dia 21

Locais: Ceará; Barrosa N

Pilotos (Ceará): PPerpétuo, BMoniz, BBruno, APires, Adal, MJorge, Henrique, JB+Vanessa (produtora espanhola programa XtremeXperience - Canal+)

Pilotos (Barrosa): Suiços, JAntónio, PPerpétuo, BMoniz, BBruno, Adal, MJorge, Henrique, JB+prima Henrique, Raquel, Sara, MÁspera


As previsões voltaram a acertar e São Pedro voltou a mandar bom tempo. Talvez o melhor dia da semana.
Enquanto alguns dos pilotos locais foram experimentar de manhã a Ceará com pouco sucesso, levei o grupo para a Lagoa do Fogo. Céu azul, teto a 1.200 e descolagem com ciclos térmicos contínuos e fracos de NO. No céu um “tsunami” de convidativos pequenos cúmulos que prometiam um grande dia de voo. Fiz o habitual “briefing” e depois conforme habitual a malta muito disciplinada preparava as asas fora da descolagem e colocavam-se um fila indiana aguardando calmamente a sua vez para a descolagem. Tal e qual como fazemos…! Assim que começaram a descolar foi um tal “manjar” de térmica. No entretanto os nossos companheiros começaram a chegar (JBrum, José António, PPerpétuo, Miguel Aspera, MJorge, Bruninho, Alcino, Miguel Cabral, Bruno, Henrique) que da aterragem oficial ao verem o nosso JAntónio a entrar na nuvem nos 1200m foi um tal ligar o turbo pela rua acima...

Uma atenção especial para o voo do Bruno Moniz que incentivado pelo JBrum via rádio seguiu as enroladelas do Perpétuo na sua linda asa até á nuvem. Muito bem. O Bruninho também fez uma descolagem digna de se ver com muita atitude mostrando como se faz a quem tinha mais dificuldades em lidar com o controlo das asas entre a brisa térmica e as armadilhas do terreno. O JBrum fez um voo de bilugar com uma moça familiar do Henrique trazendo-lhe um sorriso que o namorado na aterragem nunca tinha visto…o que será que se passou no ar?...

A brincar conseguimos ter nesta tarde na Lagoa do Fogo tão somente 40 pilotos. Mais um recorde extra festival.

Pelas 17:30 a maior parte dos nossos companheiros lá foram para suas casas e eu como havia prometido lá fui para as 7 Cidades acompanhado apenas pelo Miguel Cabral e pelo Alcino que voaram mais uma vez naquele local paradisíaco quase 2 horas (recorde). O Alcino até conseguiu fazer top landing para trazer o Jeep. BOA. Mais uma vez tivemos cerca de 30 asas no ar neste local. Eu fiz um voo de bi-lugar com uma amiga como prenda de aniversário. Os Instrutores auxiliares Sérgio e David fizeram  Bi-Lugares com uma companheira do grupo, e o Instrutor principal Marckus, fez uma adaptação com vários mosquetões á boa maneira do “Macgeiver” na pequena sellete do filho de 7 anos e fez um voo quase acrobático onde se ouvia os gritos de prazer do pequeno parapentista a incentivar o pai a puxar cada vez mais pelos Wing Overs á moda do Armando. A aterragem mais uma vez á beira da espelhada lagoa azul num misto de silêncio, do coaxar das rãs, dos sorrisos e a algazarra da malta extasiada a curtir o seu último voo em GRANDE. Aqui uma palavra de apreço e amizade o grupo que me convidou para ajudar como guia local e para todos os amigos do grupo que com certeza irão ler estes artigos e daqui em diante com certeza visitar regularmente a página do clube. Também um agradecimento pela forma disciplinada, responsável e sempre respeitadora pelas regras locais, fruto do trabalho do Clube e dos pilotos locais ao longo dos anos.
Piloten wie Sie sind immer willkommen!
Em nome do Clube obrigado.

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Asa:

Melhor Distância:

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O aspecto mais positivo deste voo foi o número recorde de pilotos presentes – 17.
Também positivo foi o facto de pela primeira vez (que eu tenha conhecimento!) se ter juntado quase todos os alunos do curso de 2011 (faltou 1).
Observando o voo da bilugar pilotada pelo Ric (o primeiro a descolar) logo vimos que ia ser dia de marrecanço geral. Ainda antes das “amburguesas+cerveja”, houve quem repetisse a dose de planeio rasante.
Há que agradecer à “directora da torre de controle” pelas instruções dadas via rádio aos novos pilotos do CASM na zona de aterragem…se bem que forçada! Temos que adquirir uns óculos antifog para a dita Senhora. Tenho a impressão que o embaciamento das lentes se deveu à emanação da actividade vulcânica da vila das Furnas, as Caldeiras ficam mesmo ali…digo eu!

Data: 08 Janeiro 2012
Local: Salto do Cavalo
Pilotos:  Ric+Telma & Aura, Verónica, Sara, Raquel, Benj, Arnaldo, AlbertoP, BBruno, JAntónio, Henrique, DuarteM, RuiM, PLuís, PPerpétuo, MCabral, Adal e ASilva
Meteo: sem vento e brisa muito fraca de sueste a caravana rumou às Furnas. Devido à direcção do pouco vento, utilizamos a descolagem situada mais a oeste do planalto do Salto do Cavalo.

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Data: 14 Abril 2012
Local: Pastinhos
Pilotos: PLuís, Ric, Benj, Henrique, BBruno, Raquel, BMoniz, MJorge, PJerónimo, Adal, JBrum
Não aprendem?
P. Quem?
R. Alguns dos nossos pilotos.
P. O quê?
R. O voo nos “Pastinhos”…principalmente a descolagem em dias de vento fraco.
Tenho a certeza que o “problema” é mais complexo. Creio que simplesmente não fazem uma leitura correcta das condições do local, antes de tirarem os pés do chão…e é tão simples! Basta olharem para os outros pilotos que já se encontram no ar, observar as nuvens e os nossos aliados milhafres, e saber de que quadrante sopra o vento.
Para descolar com vento fraco:
1.    Subir ao “bico” do monte = mais alto = mais hipóteses de entrar na dinâmica.
2.    Não tenham pressa em levantar voo! Inflem a asa e depois de controlada (sobre a cabeça) tentem subir um pouco mais a encosta, tomem balanço, aqueles 2 a 3m de impulso às vezes são a diferença entre conseguir safar-se em voo e um marrecanço ESPECTACULAR!
3.    Não se preocupem logo à saída com o sentar “bem” na selete. Só o deverão fazer quando a “sobrevivência” estiver garantida.
4.    Sem vento…espera-se pela entrada do ciclo para descolar. O timming é precioso. E isto é quando o vento/brisa acelera montanha acima, quer pela influência de alguma térmica ou rajada. Muitas vezes basta ir em frente, sempre dentro da linha de ascensão e depois cortar para a direita, se e quando estivermos mais perto do bico do Pico Alto.
5.    Atenção aos rotores e zona negativa proporcionados pelas árvores que dividem este monte das pastagens. Se ficarmos baixo é preferível passar pela frente do arvoredo e aí tentar a dinâmica criada pelas criptomérias e plátanos.
6.    Se (como hoje e diga-se de passagem – quase sempre!) a brisa vem da esquerda deve-se (na descolagem) apertar a curva para aquele lado. Isto é o ABC da modalidade…Todas as encostas viradas a noroeste terão sempre maior ascendência. Quando viramos à direita, ganhamos velocidade, mas perdemos altura.
7.    Os pilotos mais experientes estão a subir fora da dinâmica, então porque não ir atrás deles? Porque razão insistem em ficar colados aos pequenos montes?
8.    Aparecem nuvens sobre as pastagens a norte. Não é um milagre! A brisa marítima fria entra terra dentro e vai aquecendo na sua “caminhada” até aos “Pastinhos”. Logo deve-se subir onde elas se formam…e os milhafres estão lá a apontar os locais de subida (assim como alguns de nós).
Ninguém liga…e depois aparecem as desculpas esfarrapadas: “A tua asa sobe para caraças! Esta tua asa tem uma finesse! Não há vento!” Pois Zé Maria!
Aventurem-se! Não tenham medo de “marrecar” fora da montanha…sempre é melhor do que o fazer em linha directa descolagem/pastagem oficial.
Desliguem o chip cerebral que Vos envia em direcção à “aterragem oficial”.
Bem hajam e Bons Voos

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Data: 01 Abril 2012

Local: Valados

Pilotos: Benj, JAntónio, Ric, Rui, Duarte, BBruno, Ric, MJorge, JBrum, Arnaldo, ASilva, MiguelC

O tecto baixo (cerca de 750m) fazia com que julgasse que não iríamos longe. A neblina estava em todo o lado (seria humidade a mais?) reflectida na relva molhada da descolagem. Os primeiros a descolar, e ao longo da rota escolhida, não apanharam nenhuma bolha de renome (térmica?). Como o vento soprava de nordeste rumei para a esquerda a rapar floresta. Sempre na expectativa das colinas banhadas pelos raios solares - que conseguiam furar as nuvens e as iluminavam – fornecerem algum gatilho. Chegado à zona do miradoiro de Stª Iria iniciei dois tipos de voo: ora dinâmico lá atrás no monte, ora chegava-me à costa, por cima da Praia dos Moinhos, onde de vez em quando subiam gaivotas. Mas as bolhas eram esparsas e sem potência. Quando finalmente cheguei às barbas da nuvem mandei-me para a R. Grande, visto a Barrosa estar completamente debaixo de nevoeiro cerrado. Na planície nunca estive tão acompanhado de milhafres e gaivotas a subirem por todos os lados…e que calças levei!

É frustrante vê-los subir até às nuvens – as mais altas – e nós nem perto. Parece fácil…para eles!

Assim se desenrolou o voo até ao Pico do Sapateiro. Depois a brisa começou a exercer o seu poder de W/NW e fiz meia-volta.

Depois de 2 horas e cheio de sede fui aterrar junto ao meu carro (geotermia).

Em “Dia de Petas” não sei se vão acreditar no meu relato, e nem mesmo as fotos os vão convencer…mas tenho o vídeo completo.

Ficha de voo

Duração - 2:01:11

Veloc. máx. – 52km/h

Subida máx. -2.0

Descida - -2.5

Altura máx. – 729m

Distância – 6.992m

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O tecto apresentava-se abaixo da descolagem e a brisa mal tocava a descolagem. Os primeiros a sair da montanha rapidamente se encontraram na aterragem, nada se passava!
O Ric ao tentar descolar caiu dentro do buraco (já provado pelo BBruno e ASilva) e logo a Raquel grita: “Ajudem o Ricardo!”. Julgamos que era grave…mas o homem estava bem, só precisou que o retirassem do local. Confiante afirmou: “Agora é do buraco prá nuvem!”. Meio dito meio feito! Lá foi ele até aos 1.300m dentro da bruma (da humidade resultante o rádio foi-se – estava todo molhado por dentro).
O restante grupo bem que tentou imitá-lo mas…(eu fiquei pelos 700 metrinhos…!).
Ele ainda foi até ao Monte Escuro e depois arrancou para oeste vindo a aterrar junto ao Pico do Sapateiro.
Depois…vocês (os do FaceBook) que comentem!

Data: 22 janeiro 2012
Local: Barrosa NE
Pilotos: Ric, ASilva, PPerpétuo, Raquel, MJorge, Hugo, JB, BBruno, Adal, CrisP, Henrique, Benj, Tiago, Alberto

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Parecia mau: sem vento, sem Sol...quase que convidava a não descolar. Depois uma ligeira brisa começou a entrar de oeste, mas acompanhada de nuvens baixas e escuras. A meteo tinha avisado chuva!
Depois...bem depois o Ric apanhou uma térmica que o levou lá bem acima para dentro das nuvens (1.200m). Apressamo-nos enquanto ele passeava por cima do algodão cinzento-escuro. Logo arrancou e foi aterrar ao Pópulo.
Os restantes - bem que tentamos sair da encosta da Catedral e procurar a tal "térmica" que nos juntasse ao Ric...ma niente!
Fartos da dinâmica e de levar de vez em quando com pingos de chuva na cara, fomos aterrar ao triângulo sul. O Benj fez toplanding para trazer a sua carrinha para baixo...ouvi dizer que houve "atolanço"!
Obrigado ao Miguel Cabral pela recolha.

Data: 20 Novembro 2011

Local: Serra Gorda

Pilotos: PLuís, ASilva, PPerpétuo, Ric, BBrum, Henrique, JB, JA, Benj

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Data: 08 Abril 2012
Local: Praia de Stª Bárbara (R. Grande)


Pilotos presentes: Ric, Raquel, Arnaldo, Benj, Armando, MJorge, PPerpétuo, JBrum, BBruno, Adal, Hugo, Verónica


Decorreu ontem mais uma acção de formação da iniciativa do CASM. Desta feita esteve relacionada com a utilização do vario/GPS – NAV da Flymaster, principalmente em termos de competição.
Sob a orientação do Hugo, muito bem coadjuvado pelo PPerpétuo (na actualização dos aparelhos) e pelos pilotos da Equipa de Competição (refrescando memórias), sentámo-nos na esplanada do “TukáTuLá”, (já na expectativa de umas “louras”!) a introduzir pontos e a discutir o manuseamento do software.
Desenhou-se uma manga e lá “descolamos” (desta feita com os pés bem assentes em terreno firme!) tentando fazer todas as balizas e goal.
Logo depois do startpoint, o céu cinzento começou a despejar uma chuva incómoda…o que obrigou a organização a cancelar a manga…e que pena! Logo quando eu e o Adal nos encontrávamos na frente da corrida…e bem destacados!
Uma experiência a repetir.
Obrigado a todos pela presença.

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